O presidente da Câmara de Montes Claros, Cláudio Prates, instaurou uma
Sindicância Interna para apurar uma denúncia de assédio sexual contra
uma jornalista que trabalha no local. O servidor acusado, inclusive, já
foi afastado do cargo de chefia que ocupava. No dia 27 de fevereiro foi
publicada uma Portaria informando sobre o início oficial das
investigações.
Conversei por telefone com a repórter que, por
enquanto, também terá o nome preservado. Ela está emocionalmente abalada
e chegou a ficar uma semana afastada do trabalho após ter sido atacada
pelo homem, que, inclusive era o seu chefe imediato. As investidas mais
agressivas começaram no fim de 2017. "Foi quando a gente começou a
trabalhar na mesma sala", afirmou a vítima.
"Ele sempre me cantava de maneira constrangedora, mas nunca havia me tocado", enfatiza a jornalista. Só que, na manhã do dia 6 de fevereiro, o pior aconteceu. "Estava sentada quando ele veio me agarrando por trás, passando as mãos na minha barriga e nos seios. Ele ainda mordeu meu pescoço. Foi tudo muito rápido. Eu gritei e perguntei se ele estava louco", relembrou nervosa.
Ela chorou ao relembrar o que, para a Justiça, não é um simples assédio, mas, sim, tentativa de estupro. Para deixar a situação ainda mais constrangedora, a mulher do acusado foi à Câmara de Montes Claros acusar a vítima. Um Boletim de Ocorrência foi feito após o episódio. "Ela disse eu acabei com a familia dele, que estraguei a vida dela. Falou que se o marido se matasse, a culpa seria minha. Se ele é capaz de tirar a própria vida, porque não tirar a minha? Já que ele me culpa de tudo", questiona a jornalista.
A vítima está com medo de sofrer perseguições dentro e fora do trabalho, já que o
acusado trabalha há 20 anos na Câmara de Montes Claros, é presidente de um importante partido político, tem um programa de televisão, uma coluna no jornal e faz parte da Maçonaria. Eu não citei o nome dele porque ainda estou atrás de outros depoimentos sobre o caso. Estou esperando a ligação de uma fonte que garantiu ter presenciado várias investidas dele contra a moça.
Já o acusado se defende dizendo que tudo não passa de perseguição. Ele tenta mobilizar vereadores para que fiquem do lado dele. O partido do qual ele é presidente, a tevê e o jornal impresso em que ele trabalha ainda não se pronunciaram a respeito. O presidente da Câmara, Cláudio Prates, informou que todo apoio está sendo dado à vítima.
"Ele sempre me cantava de maneira constrangedora, mas nunca havia me tocado", enfatiza a jornalista. Só que, na manhã do dia 6 de fevereiro, o pior aconteceu. "Estava sentada quando ele veio me agarrando por trás, passando as mãos na minha barriga e nos seios. Ele ainda mordeu meu pescoço. Foi tudo muito rápido. Eu gritei e perguntei se ele estava louco", relembrou nervosa.
Ela chorou ao relembrar o que, para a Justiça, não é um simples assédio, mas, sim, tentativa de estupro. Para deixar a situação ainda mais constrangedora, a mulher do acusado foi à Câmara de Montes Claros acusar a vítima. Um Boletim de Ocorrência foi feito após o episódio. "Ela disse eu acabei com a familia dele, que estraguei a vida dela. Falou que se o marido se matasse, a culpa seria minha. Se ele é capaz de tirar a própria vida, porque não tirar a minha? Já que ele me culpa de tudo", questiona a jornalista.
A vítima está com medo de sofrer perseguições dentro e fora do trabalho, já que o
acusado trabalha há 20 anos na Câmara de Montes Claros, é presidente de um importante partido político, tem um programa de televisão, uma coluna no jornal e faz parte da Maçonaria. Eu não citei o nome dele porque ainda estou atrás de outros depoimentos sobre o caso. Estou esperando a ligação de uma fonte que garantiu ter presenciado várias investidas dele contra a moça.
Já o acusado se defende dizendo que tudo não passa de perseguição. Ele tenta mobilizar vereadores para que fiquem do lado dele. O partido do qual ele é presidente, a tevê e o jornal impresso em que ele trabalha ainda não se pronunciaram a respeito. O presidente da Câmara, Cláudio Prates, informou que todo apoio está sendo dado à vítima.