terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Ministro Alexandre de Moraes nega ida de Bolsonaro a hospital e exige laudo médico

Moraes se baseou, segundo seu despacho, na avaliação da equipe da Polícia Federal.


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta terça-feira (6), a remoção do ex-presidente Jair Bolsonaro para atendimento hospitalar em função de uma queda que ele teve na última madrugada. Ele está preso em uma cela na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília (DF).Moraes se baseou, segundo seu despacho, na avaliação da equipe da Polícia Federal.

“O médico da Polícia Federal constatou ferimentos leves e não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação”, apontou Moraes no despacho. 

Por isso, o ministro escreveu, na decisão, que não haveria “nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital”.

Ele acrescentou que a defesa de Bolsonaro, entretanto, foi aconselhada pelo médico particular que o ex-presidente teria direito a fazer exames, “desde que previamente agendados e com indicação específica e comprovada necessidade”. 

Ainda no despacho, o ministro determinou que a defesa indique quais os exames necessários para que “se verifique a possibilidade de realização no sistema penitenciário”.

A esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro, fez postagem no Instagram indicando que o marido teve uma “crise”.

“Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel”.

A ex-primeira-dama lamentou ainda que o atendimento só ocorreu pela manhã desta terça, quando Bolsonaro foi chamado para a visita, às 9h. Essa demora, segundo ela, ocorreu porque o quarto “permanece fechado”. 

Ainda sobre o incidente, Michelle acrescentou que Bolsonaro não se recordava “quanto tempo ficou desacordado” e que seriam necessários exames para verificar eventual “trauma ou possível dano neurológico”. 

Para a imprensa, o médico Cláudio Birolini, que atende o ex-presidente, disse que Bolsonaro teve um “traumatismo leve”.

Agência Brasil

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Contas de luz de todo o país terão novo número de identificação a partir do início de 2026

 Clientes da Cemig e de todas as outras distribuidoras passam a usar código nacional padronizado de 15 dígitos para serviços, atendimentos e registros de ocorrências


A partir da primeira semana de janeiro, a Cemig passa a adotar um novo padrão para identificar as unidades consumidoras de energia elétrica, conforme determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para todo o país. A mudança vai alterar o atual número da Instalação, que aparece nas contas de luz, para o novo número da Unidade Consumidora. Esse número é normalmente utilizado pelos clientes para solicitar serviços, registrar falta de energia e acessar os canais de atendimento. A Cemig já está realizando as adequações internas para que todos os consumidores passem por essa transição de forma simples e segura.

Atualmente, cada unidade consumidora é identificada pelo tradicional número de instalação, iniciado pelo dígito 3 e utilizado há décadas em faturas, contratos e sistemas internos. Esse código será substituído por um novo identificador padronizado nacionalmente, composto por 15 dígitos. Esse será o número oficial presente nas contas de luz, nos protocolos de atendimento e em todos os documentos da distribuidora.

A mudança moderniza os processos do setor elétrico, facilita a troca de informações e unifica a forma como cada imóvel é identificado em todo o país. Os clientes começarão a visualizar o novo número nas faturas e nos canais de atendimento ao longo do mês de janeiro de 2026. Vale lembrar que a mudança não altera o valor nem a forma de cálculo da conta de energia. A fatura continuará sendo emitida normalmente, já com o novo código.

Segundo a analista de Regulação da Cemig, Paula Alves Rossignoli, todo o processo foi planejado para garantir clareza e segurança. “O cliente da Cemig não precisa se preocupar. A partir de 1º de janeiro, o novo número já estará na conta de luz e disponível em todos os nossos canais. A transição será automática, clara e segura”, afirma.

Ainda não recebi minha fatura com o novo número. E agora? - Além de constar na fatura, o novo número também poderá ser consultado na área do cliente, no site da Cemig (Cemig Atende). O número de instalação atual (iniciado pelo dígito 3) continuará disponível por até 12 meses, permitindo que o cliente acesse as duas informações durante o período de transição da mudança. Buscando facilitar ainda mais o período de adaptação, para demandas que exigiam identificação da unidade consumidora, nos próximos meses, os dois números poderão ser informados à Cemig, sem prejuízo nas solicitações de serviços emergenciais ou comerciais.
 
O que é e para que serve o número de Identificação da Unidade Consumidora - O número da Unidade Consumidora é um identificador da sua unidade consumidora de energia elétrica, que pode ser encontrado na conta de luz, na parte superior, perto dos dados do cliente. Esse número identifica de forma única a unidade. Cada residência, comércio, indústria ou propriedade rural possui sua identificação própria, que agora passa a adotar um padrão nacional.

Para o consumidor, a principal alteração será a substituição do número de instalação pelo novo identificador de 15 dígitos, que continuará sendo o código utilizado para registrar falta de energia, solicitar serviços e acessar os canais de atendimento.
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EUA recuam em acusar Maduro de liderar suposto Cartel de Los Soles

 

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (EUA) recuou em acusar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de liderar o suposto Cartel de Los Soles. A nova peça da denúncia contra o venezuelano por narcotráfico, apresentada após o sequestro de Maduro pelos EUA, excluiu a acusação feita na peça anterior, apresentada em 2020.

Na primeira denúncia, o termo “Cartel de Los Soles” aparece 33 vezes e Maduro é apontado como líder dessa suposta organização.

“Nicolas Maduro Moros, o réu, ajudou a administrar e, por fim, a liderar o Cartel de Los Soles à medida que ganhava poder na Venezuela”, dizia a denúncia, apresentada ainda no primeiro mandato de Trump".

Na nova peça do Departamento de Justiça, apresentada nesta semana, o Cartel de Los Soles aparece apenas duas vezes, em citações de menor importância, sem qualquer menção à liderança de Maduro em relação ao suposto cartel.

“Nicolas Maduro Moros, o réu – assim como o ex-presidente Chávez antes dele – participa, perpetua e protege uma cultura de corrupção na qual poderosas elites venezuelanas se enriquecem com o tráfico de drogas e a proteção de seus parceiros traficantes”, diz o texto.

A peça do Departamento de Justiça dos EUA afirma, em seguida, que os lucros dessa atividade foram para funcionários corruptos.

“[Esses funcionários] operam em um sistema de clientelismo administrado por aqueles no topo – referido como o Cartel de Los Soles ou Cartel dos Sóis, uma referência à insígnia do sol afixada nos uniformes de oficiais militares venezuelanos de alta patente”, diz o documento oficial de Washington.

Fumaça sobe após múltiplas explosões em Caracas
03/01/2026 Vídeo Obtido pela Reuters/via REUTERS

A mudança na linguagem e no teor da acusação do Departamento de Justiça chamou a atenção, uma vez que o suposto cartel foi designado como grupo terrorista pelo governo Trump. A acusação de que Maduro lideraria a organização justificou, no plano discursivo, a invasão da Venezuela.

Especialistas no mercado mundial de drogas vêm rejeitando chamar a Venezuela de narcoestado ou mesmo reconhecer a existência do Cartel de Los Soles.

Não há qualquer menção a esse grupo nas publicações do Escritório para Drogas e Crimes da Organização das Nações Unidas (ONU). O Relatório Anual Sobre Ameaças de Drogas da DEA (Administração de Combate às Drogas) de 2025, do governo dos EUA, também não menciona o suposto cartel venezuelano.

Dificuldade em provar existência do cartel

A consultora sênior da União Europeia para Políticas sobre Drogas na América Latina e Caribe, a advogada Gabriela de Luca, avalia que, ao evitar tratar o cartel como uma organização “real”, o Departamento de Justiça reconhece os limites para provar essa tese.

“Até agora, não emergiram evidências suficientes para caracterizar uma organização criminosa – lacuna apontada por especialistas e, inclusive, por parceiros de inteligência dos próprios EUA”, explicou.

Gabriela destacou que a mudança na denúncia passa a enquadrar Maduro como posicionado no “topo” de um sistema criminoso, tratado como uma aliança de corrupção e tráfico, e não como uma entidade formal com personalidade jurídica, como um cartel.

“Essa escolha fortalece a acusação, uma vez que desloca o foco para condutas individualizadas e comprováveis [narcotráfico, corrupção e associação criminosa] em vez de sustentar um rótulo amplo e conceitualmente frágil de ‘cartel’”, ponderou a consultora.

Brasília (DF), 22/08/2025 - A consultara sênior da União Europeia para Políticas sobre Drogas na América Latina e Caribe, a advogada Gabriela de Luca. Foto: Gabriela de Luca/Arquivo Pessoal
Advogada Gabriela de Luca, consultora sênior da União Europeia para Políticas sobre Drogas na América Latina e Caribe - Foto: Gabriela de Luca/Arquivo pessoal

A advogada disse ainda que a mudança dialoga ainda com as preocupações de especialistas da ONU com o uso indiscriminado do termo cartel, “advertindo que isso poderia justificar medidas amplas de criminalização generalizada do Estado venezuelano, com efeitos colaterais severos sobre uma população já profundamente vulnerabilizada”.

Apesar da mudança, os EUA seguem acusando Maduro de uma série de crimes ligados ao narcotráfico, incluindo relação com narcoguerrilhas colombianas, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e Exército de Libertação Nacional (ELN), e cartéis mexicanos, como Sinaloa e Zetas.

“Maduro Moros e seus cúmplices, durante décadas, fizeram parceria com alguns dos traficantes de drogas e narcoterroristas mais violentos e prolíficos do mundo, e contaram com a corrupção de funcionários em toda a região, para distribuir toneladas de cocaína para os EUA”, diz a acusação.

Venezuela's captured President Nicolas Maduro and his wife Cilia Flores attend their arraignment with defense lawyers Barry Pollack and Mark Donnelly to face U.S. federal charges including narco-terrorism, conspiracy, drug trafficking, money laundering and others, at the Daniel Patrick Moynihan United States Courthouse in Manhattan, New York City, U.S., January 5, 2026 in this courtroom sketch. REUTERS/Jane Rosenberg
Maduro e sua esposa, Cilia Flores, comparecem à audiência de instrução no Tribunal Federal, em Nova York, conforme ilustrado em desenho da sala do tribunal - Reuters/Jane Rosenberg/Proibida reprodução

Maduro diz que é inocente

Em depoimento à Justiça dos EUA, Maduro disse que é inocente e se classificou como um prisioneiro de guerra após ser sequestrado por militares estadunidenses no último sábado (3).

O governo de Caracas acusa Washington de criar a acusação de narcotraficante contra lideranças do país para justificar a intervenção na Venezuela com objetivo de controlar as maiores reservas comprovadas de petróleo do planeta.

Trump tem exigido ao novo governo de Delcy Rodríguez, que tomou posse na terça-feira (6) como presidente interina, acesso aos campos de óleo do país.

Em reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA), o embaixador dos EUA, Leandro Rizzuto, admitiu que o petróleo do país sul-americano não pode ficar nas mãos de “adversários” do Hemisfério Ocidental.

“Esta é nossa vizinhança, é onde vivemos. E não vamos permitir que a Venezuela se transforme em um hub de operações para o Irã, Rússia, Hezbollah, China e agências cubanas de inteligência que controlam o país. Não podemos continuar a ter a maior reserva de petróleo do mundo sob o controle de adversários do Hemisfério Ocidental”, disse o diplomata na terça.

Com informação Agência Brasil



sábado, 3 de janeiro de 2026

Donald Trump admite em coletiva que petroleiras norte-americanas voltarão a explorar petróleo na Venezuela

 Presidente americano diz que foram necessários 47 segundos para capturar Maduro. 'Vamos fazer o petróleo fluir'

Blog Jornalismo Imparcial

Durante coletiva oficial neste sábado (3), o presidente americano Donald Trump, admitiu que deve governar interinamente a Venezuela, e que as petroleiras norte-americanas voltarão a explorar petróleo. Ao mesmo tempo que María Corina Machado não fará parte do novo governo.

Trump afirmou que os EUA assumirão o governo da Venezuela através de um "grupo" que está sendo designado até que haja uma transição de poder, mas não informou nem como nem quando isso ocorreria. Ele disse apenas que informará em breve os integrantes do grupo.

Trump destacou o que classificou como uma das "demonstrações mais impressionantes, eficazes e poderosas da capacidade e da competência militar americana na história dos Estados Unidos", que teria neutralizado completamente as defesas venezuelanas. Disse também que nenhum equipamento militar estadunidense foi sequer atingido e nenhum homem morto ou ferido na operação.

"Todas as capacidades militares da Venezuela foram tornadas impotentes quando os homens e mulheres de nossas Forças Armadas, trabalhando em conjunto com as forças de segurança dos Estados Unidos, capturaram Maduro no meio da noite. Estava escuro. As luzes de Caracas estavam em grande parte apagadas devido a uma certa expertise que possuímos. Estava escuro e foi letal", afirmou.

"Mas ele foi capturado junto com sua esposa, Cilia Flores, ambos agora enfrentando a Justiça americana. Maduro e Flores foram indiciados no Distrito Sul de Nova York, sob responsabilidade de Jay Clayton, por sua campanha de narcoterrorismo mortal contra os Estados Unidos e seus cidadãos", afirmou.

Pouco antes de iniciar a declaração à imprensa, Trump publicou uma suposta foto de Nicolás Maduro em que o venezuelano aparece com os olhos cobertos por óculos escuros. A foto foi postada por Trump em sua rede Truth Social, com a descrição de que Maduro estaria a bordo do USS Iwo Jima, em referência ao navio militar norte-americano para o qual teria sido transferido.

Petróleo

O presidente dos EUA, que justificou a invasão com acusações de narcotráfico por parte do governo Maduro, embora sem provas, também deixou claro que o setor petrolífero venezuelano, que possui as maiores reservas conhecidas do planeta, passará a ser controlado por empresas norte-americanas. E ameaçou com uma segunda onda de ataques caso haja resistência do país.

"Como todos sabem, o setor de petróleo na Venezuela foi um fracasso, um fracasso total por um longo período. Eles estavam produzindo quase nada em comparação com o que poderiam estar produzindo e com o que poderia ter acontecido. Vamos levar nossas grandes empresas petrolíferas dos Estados Unidos — as maiores do mundo — para investir bilhões de dólares, consertar a infraestrutura gravemente danificada, a infraestrutura de petróleo, e começar a gerar dinheiro para o país", disse.

"E estamos prontos para lançar um segundo ataque, muito maior, se for necessário. Estávamos preparados para realizar uma segunda onda, se fosse preciso. Na verdade, presumíamos que uma segunda onda seria necessária, mas agora provavelmente não será."


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Situação na Venezuela: Presidente Lula se reúne com Alta cúpula do Brasil em caráter urgente neste sábado (3) após ataques a Venezuela

 Nova reunião está prevista para o final da tarde de hoje para atualização da situação.


Diana Maia/Blog Jornalismo Imparcial
jornalismoimparcial@gmail.com
O Presidente da República  Luís Inácio Lula Silva, coordenou uma reunião na manhã deste sábado (03) de janeiro,  com Alta Cúpula do Brasil, marcando presença o Ministro das Relações Exteriores, o Ministro da Defesa, o Ministro-Chefe da Casa Civil, o Ministro-Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, além de representantes da Secretaria de Relações Institucionais e do Ministério da Justiça e Segurança Pública, após a Venezuela sofrer ataque de grande escala por parte do exército americano, orquestrado pelo Presidente Trump. Na ocasião, o Presidente da República reiterou os termos de sua postagem publicada na manhã de hoje e condenou o ataque.


O Ministro da Defesa indicou não haver movimentação anormal na fronteira do Brasil com a Venezuela, que seguirá sendo monitorada, e que está em contato com o Governador de Roraima. 
O Ministro das Relações Exteriores relatou os contatos que manteve com seus homólogos nas últimas horas e indicou não haver até o momento notícias de brasileiros entre possíveis vítimas dos ataques. O Ministro das Relações Exteriores informou, ainda, estar em permanente contato com a Embaixada do Brasil na Venezuela para o acompanhamento da situação interna. 
Nova reunião está prevista para o final da tarde de hoje para atualização da situação.



Alistamento Militar 2026; De janeiro até 30 de junho inscrição é obrigatória para homens e mulheres podem se inscrever de forma voluntária

 Criado pelo Ministério da Defesa em 2024, para o ano de 2026, as Forças Armadas reservaram  mais de 1, 467 vagas para mulheres que desejem se alistar de forma voluntária

Blog Jornalismo Imparcial

Começou nesta data (1º/01), em todo o país, o processo de alistamento militar de 2026 para as Forças Armadas e segue até o dia 30 de junho de 2026. A inscrição é obrigatória para homens e, pelo segundo ano, também aberta às mulheres, de forma voluntária, para quem completa 18 anos em 2026. As inscrições podem ser feitas pela internet, na página do Alistamento Online, inclusive para brasileiros residentes no exterior. Quem for selecionado vai servir por um ano, a partir de 2027. Esse prazo pode ser prorrogado, de ano em ano, por até oito anos.

Alistamento feminino

Criado pelo Ministério da Defesa em 2024, para o ano de 2026, as Forças Armadas reservaram  mais de 1, 467 vagas para mulheres que desejem se alistar de forma voluntária

  • 1 mil para o Exército;
  • 300 para a Aeronáutica;
  • 157 para a Marinha. 
Serviço Militar -
O alistamento é essencial para que as Forças Armadas renovem, anualmente, a maior parte dos seus efetivos, oferecendo aos jovens a oportunidade de servir à Pátria e desenvolver competências valiosas, além de formar cidadãos com disciplina e preparo técnico.  O serviço militar cria uma reserva estratégica de recursos humanos qualificados, pronta para ser mobilizada em situações que exijam a defesa nacional ou apoio em ações subsidiárias. 
A iniciativa proporciona, durante o período de serviço, a oportunidade de atuação em diferentes áreas, favorecendo a aquisição de experiência profissional relevante. Em muitos casos, o ingresso representa o primeiro emprego formal e contribui para a definição de trajetória profissional. Os alistados e as alistadas seguirão para as etapas de seleção geral, designação, seleção complementar e incorporação ou matrícula. Os jovens que realizarem a inscrição no Serviço Militar 2026 serão incorporados no início de 2027, com atividades com duração de um ano. Há a possibilidade de ser prorrogado, a cada 12 meses, por até oito anos, caso haja vagas, interesse dos jovens em permanecer nas fileiras militares e aprovação por parte das Forças Armadas. 
Os homens e as mulheres incorporados não terão estabilidade no serviço militar. Quem desejar seguir carreira deverá participar de processos seletivos específicos, como concursos ou cursos de formação, cujas informações estão disponíveis nos sites oficiais do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. De acordo com o artigo 210 do Decreto 57.654/1966, o brasileiro que não estiver em dia com as obrigações militares não poderá: obter carteira profissional, registro de diploma de profissões liberais, matrícula ou inscrição para o exercício de qualquer função e licença de indústria e profissão;  prestar exame ou matricular-se em qualquer estabelecimento de ensino; obter passaporte ou prorrogar sua validade; ingressar como funcionário em instituição federal, estadual ou municipal; assinar contrato com órgãos públicos; inscrever-se em concurso para provimento de cargo público; e exercer função pública ou cargo público.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Lula anuncia durante pronunciamento a Nação isenção do Imposto de Renda para trabalhadores e trabalhadoras que recebem até R$ 5 mil por mês

 Isentar brasileiros que ganham até R$ 5 mil por mês da cobrança do Imposto de Renda foi uma promessa de campanha do presidente Lula. 

A partir deste 1º de janeiro 2026, passa a vigorar a legislação que isenta de Imposto de Renda trabalhadores e trabalhadoras que recebem até R$ 5 mil por mês. O texto ainda prevê descontos progressivos para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil mensais, um grupo de cinco milhões de pessoas, segundo estimativas da Receita Federal. O texto foi apresentado pelo Governo do Brasil em março 2025, aprovado por unanimidade nas duas casas do Congresso Nacional e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 26 de novembro.

Durante pronunciamento a Nação, Lula falou:

Milhões de famílias terão um dinheiro extra todos os meses. Isso vai aliviar as contas, aquecer ainda mais a economia e beneficiar o país inteiro. A Receita Federal fez os cálculos. Em 2026, esse dinheiro extra deve injetar R$ 28 bilhões na economia. Um estímulo extraordinário para o comércio, para a indústria, o setor de serviços e o empreendedorismo, que vai gerar mais empregos, mais oportunidades e mais renda.
Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República

Isentar brasileiros que ganham até R$ 5 mil por mês da cobrança do Imposto de Renda foi uma promessa de campanha do presidente Lula. O Governo do Brasil já havia reajustado a tabela do IR em 2023 e 2024, o que encerrou um ciclo de mais de mais seis anos de defasagem. Com isso, entre 2023 e 2026, a isenção total de IR chega a aproximadamente 20 milhões de brasileiros e a redução do imposto para outros 5 milhões de contribuintes.

“Esse país vai ter uma política tributária mais equilibrada, em que não será apenas a classe média, a classe trabalhadora e os que ganham menos que pagam imposto de renda, que está mais ou menos repartido entre a sociedade o pagamento dos tributos nesse país”, registrou o presidente, em entrevista coletiva concedida em 18 de dezembro.

NOVO SALÁRIO MÍNIMO 

 A virada do ano também marca a entrada em vigor do novo valor do salário mínimo. De R$ 1.518 em 2025, passa a R$ 1.621 em 2026, aumento de 6,7%. Desde 2023, o Governo do Brasil retomou a Política de Valorização do Salário Mínimo, para assegurar ganhos reais ao trabalhador. A medida, aprovada pelo Congresso e sancionada em agosto de 2023, determina que os reajustes anuais levem em conta a inflação dos 12 meses anteriores mais a taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo ano anterior ao vigenteEm 2022, o salário mínimo era R$ 1.212. O valor passou para R$ 1.320 em 2023 e, em 2024, já com as regras da Política de Valorização, chegou a R$ 1.412. Avançou para R$ 1.518 em 2025 e chegou agora aos R$ 1.621. 





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