Diana Maia/ Blog Jornalismo Imparcial
Montes Claros/MG_ No próximo dia 21 de março, o Parque Sagarana, localizado na Avenida José Corrêa Machado, 1500, no bairro Jardim São Luiz, será o cenário de um encontro que promete unir fios, histórias e o silêncio necessário para desacelerar a alma.
A iniciativa, que acontece das 14h às 17h, é um chamado à comunidade para redescobrir o prazer de "crochetear e colocar a conversa em dia" sob o acolhimento das árvores.
A idealizadora deste movimento é a artesã Potira Baré, que carrega em seu DNA a sabedoria e a força da etnia Baré, povo originário do estado do Amazonas. Para ela, o artesanato não é apenas técnica, mas uma forma de estar no mundo e honrar a natureza. Este encontro nasce desse desejo genuíno de compartilhar o tempo e o saber, sem qualquer viés político ou fins lucrativos — apenas o puro prazer de estar junto.
O encontro tem a finalidade de resgatar a arte do crochê, desacelerar, sendo um evento aberto a todos. Se você domina o crochê, o tricô ou o bordado, traga seu projeto atual. Mas, se você nunca pegou em uma agulha, não se preocupe: o convite é, acima de tudo, para o convívio. Venha para tomar um café, conhecer novas pessoas e respirar ar puro. É uma oportunidade rara de trocar o "tempo do relógio" pelo "tempo do afeto".
O que levar para o nosso piquenique manual:
Seu Projeto de Arte: Seja qual for a sua técnica (crochê, tricô, bordado).
Sua Caneca Favorita: Para que o café ou o chá tenham o gosto de casa.
Sua Garrafa Térmica: Traga sua bebida preferida para compartilhar esse momento.
Um Lanche: Algo simples para o nosso piquenique coletivo.
Conforto: Sinta-se à vontade para levar sua própria cadeira de praia ou de descanso.
Participe! Este é um evento feito por uma mulher que ama a vida e a natureza, e que acredita que a arte manual é um fio que nos liga uns aos outros. Reserve essa tarde para você, traga sua energia positiva e venha compartilhar pontos e histórias com a gente.
Entrada: Gratuita e aberta a todas as tribos.Sua jornada é marcada pelo compromisso com o conhecimento e com o próximo. Formada em Pedagogia e atualmente graduanda em Enfermagem, ela une o olhar educador à vocação para o cuidado, acreditando que a arte manual é, também, uma forma de promover saúde mental e bem-estar comunitário.
Casada com um militar do Exército Brasileiro, ela vivencia a disciplina e o serviço ao país, mas escolhe a suavidade do crochê para criar pontes de afeto e diálogo na sociedade. Para ela, o artesanato — seja no crochê, no tricô ou no bordado — é um ato de liberdade e uma forma de compartilhar o "Agape" (amor desinteressado), onde o maior objetivo é a troca genuína de histórias e o fortalecimento de vínculos humanos.

Um comentário:
Que alegria fazer parte querida aluna. Sucesso! Impecável seu blog
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