segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Militares concluem treinamento de caçador na Amazônia Oriental

 Capacitação realizada em Marabá, no Pará, reuniu 13 militares e reforçou técnicas de tiro, observação e atuação em ambiente de selva

Fotos: 52º Batalhão de Infantaria de Selva


Marabá (PA) – Durante duas semanas, 13 militares participaram de um treinamento especializado realizado pelo 52º Batalhão de Infantaria de Selva (52º BIS), em Marabá, no Pará. 

O chamado Estágio de Caçador de Corpo de Tropa teve como objetivo preparar os militares para atuar com maior precisão e capacidade de observação em diferentes missões realizadas em áreas de selva. 

Durante o treinamento, os participantes passaram por atividades práticas e teóricas envolvendo técnicas de tiro, regulagem do armamento, observação, memorização, identificação de informações no terreno e avaliação de distâncias

A rotina exigiu concentração, disciplina e preparo físico, além da capacidade de tomar decisões e trabalhar com precisão em situações que simulam as exigências encontradas durante operações militares. 


Treinamento também prepara multiplicadores 

Ao final do estágio, os 13 militares concluíram a formação e estão habilitados a aplicar os conhecimentos adquiridos em suas respectivas unidades. 

Eles também poderão repassar o que aprenderam a outros militares, ajudando a ampliar a preparação das tropas que atuam na Amazônia Oriental. 

Segundo o Exército Brasileiro, a capacitação contribui para melhorar a preparação das unidades militares para as diferentes missões realizadas em ambiente de selva. 

O treinamento foi conduzido pelo 52º Batalhão de Infantaria de Selva, unidade responsável pela formação realizada em Marabá. 

Fonte: Exército Brasileiro



Estados Unidos e China disputam espaço na América do Sul. E o Brasil está no meio do jogo

 Comércio, tecnologia, portos e minerais colocam a região no centro da disputa entre as duas maiores potências do planeta

Por Diana Maia I Blog Jornalismo Imparcial
Edição: Gabriel Veritas

Durante muito tempo, a América do Sul foi tratada pelas grandes potências como uma região distante dos principais conflitos do mundo. Esse cenário mudou.

Hoje, Estados Unidos e China disputam influência no continente. Mas não se trata, necessariamente, de uma guerra com soldados ou tanques. A batalha acontece por meio do comércio, dos investimentos, da tecnologia, dos portos, das minas e das relações diplomáticas.

E o Brasil está no centro desse tabuleiro.

A razão é simples: a América do Sul tem aquilo que o mundo precisa. Alimentos, petróleo, água, energia, minérios estratégicos, terras raras, lítio, cobre, biodiversidade e uma posição importante nas rotas comerciais.

O continente que durante décadas foi visto apenas como fornecedor de matérias-primas agora passou a ser uma peça valiosa na disputa pelo futuro da economia e da tecnologia mundial.

Nesse cenário de crescente tensão internacional, a diplomacia adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem se mostrado um ativo importante para o Brasil. Enquanto os Estados Unidos endurecem posições e acumulam atritos com diferentes países, o governo brasileiro tem buscado defender seus interesses sem abrir mão do diálogo, mantendo canais de negociação tanto com Washington quanto com Pequim. Essa capacidade de conversar com lados diferentes, sem submissão automática a uma única potência, fortalece a posição brasileira e pode representar uma vantagem estratégica em um mundo cada vez mais dividido.

A China chegou e se tornou gigante

A presença chinesa na América do Sul cresceu de forma acelerada nas últimas décadas. A China se tornou o principal parceiro comercial de vários países sul-americanos e investiu em áreas estratégicas, como infraestrutura, energia, mineração e tecnologia.

Portos, ferrovias, projetos de energia e empresas de tecnologia passaram a fazer parte dessa relação.

A influência chinesa também aparece em setores que vão muito além da compra de soja, carne ou minério. A disputa agora envolve infraestrutura digital, inteligência artificial, telecomunicações e cadeias de produção consideradas essenciais para o futuro.

Em 2026, uma pesquisa do Pew Research Center mostrou que, em vários países latino-americanos pesquisados, a imagem da China já é mais favorável do que a dos Estados Unidos. No Brasil e na Colômbia, as avaliações sobre os dois países ficaram bastante próximas.

Os Estados Unidos não querem perder espaço

Washington, por sua vez, acompanha o avanço chinês com preocupação.

Para os Estados Unidos, a presença de empresas e investimentos chineses em setores estratégicos da América Latina deixou de ser apenas uma questão comercial. Portos, redes de comunicação, minerais críticos e infraestrutura passaram a ser vistos também como assuntos de segurança nacional.

A disputa ficou evidente em episódios envolvendo o Canal do Panamá, investimentos em portos e até projetos de infraestrutura digital na América Latina. Os Estados Unidos também vêm buscando ampliar acordos com países da região para garantir acesso a minerais considerados fundamentais para a indústria, a tecnologia, a energia e a defesa.

Em outras palavras: quando uma potência investe em um porto ou em uma mina, a discussão pode parecer apenas econômica. Mas, nos bastidores, há uma pergunta maior: quem terá influência sobre os recursos e as rotas estratégicas do futuro?

O tesouro escondido debaixo da terra

Uma das maiores disputas envolve os chamados minerais críticos.

Lítio, cobre, terras raras, grafite e outros minerais são fundamentais para baterias, carros elétricos, celulares, computadores, sistemas de inteligência artificial, equipamentos militares e tecnologias espaciais.

A América Latina possui reservas importantes de vários desses recursos. Brasil, Argentina, Chile e Peru aparecem como países especialmente relevantes nesse cenário.

O Brasil ganhou ainda mais atenção por suas reservas de terras raras. Recentemente, investimentos estrangeiros no setor aumentaram, impulsionados pelo interesse de países que querem reduzir sua dependência da China. Ao mesmo tempo, cresce no Brasil o debate sobre soberania mineral, transferência de tecnologia e processamento dos recursos dentro do próprio país, em vez de simplesmente exportar matéria-prima.

Essa é uma questão decisiva.

Não basta possuir o minério. Um país que apenas retira e exporta matéria-prima pode continuar dependente de outros países para produzir baterias, equipamentos, tecnologias e produtos de alto valor.

O Brasil tenta conversar com os dois lados

Em meio a essa disputa, o Brasil tenta seguir um caminho próprio.

O país mantém relações comerciais e investimentos importantes com a China, ao mesmo tempo em que preserva vínculos econômicos, tecnológicos e políticos com os Estados Unidos.

Essa estratégia ficou clara recentemente na área de inteligência artificial. O Brasil anunciou investimentos em projetos de supercomputação que envolvem, de um lado, empresas chinesas e, de outro, tecnologia norte-americana. A mensagem é clara: o país busca ampliar sua capacidade tecnológica sem depender exclusivamente de uma única potência.

Essa posição é conhecida, na prática, como busca por autonomia estratégica.

Traduzindo para uma linguagem mais simples: o Brasil não quer ser obrigado a escolher um lado e pretende negociar com quem for mais vantajoso para os interesses nacionais.

Mas existe um risco

A disputa entre Estados Unidos e China também pode representar um problema para a América do Sul.

Se os países da região agirem apenas como fornecedores de recursos naturais e consumidores de produtos estrangeiros, poderão assistir à disputa entre as potências sem conquistar benefícios reais para suas próprias populações.

O risco é trocar uma dependência por outra.

Por isso, especialistas e governos discutem cada vez mais a necessidade de exigir investimentos que gerem empregos, transferência de tecnologia, desenvolvimento industrial e proteção da soberania nacional.

A América do Sul não precisa ser apenas o lugar onde as grandes potências buscam alimentos, petróleo e minerais.

Ela pode decidir o que fazer com seus próprios recursos.

O recado está dado

A disputa entre Estados Unidos e China não é uma história distante que acontece apenas em Washington ou Pequim.

Ela já chegou à América do Sul.

Está nos portos, nas minas, nas empresas de tecnologia, nas redes de comunicação, nos acordos comerciais e nas negociações diplomáticas.

O Brasil, por seu tamanho, economia e riqueza natural, ocupa uma posição especial nesse jogo.

A grande questão será saber se o país conseguirá transformar esse interesse internacional em desenvolvimento, tecnologia e soberania.

Porque, no tabuleiro da geopolítica, quem possui recursos é importante. Mas quem sabe negociar seus recursos pode se tornar ainda mais importante.



domingo, 23 de agosto de 2026

Política_ Zema deixa cadeira vazia no debate da Band “Se ele não vai, eu também não vou.”

A justificativa divulgada para a ausência de Zema foi relacionada ao fato de Lula e outros concorrentes não participarem do encontro. 

Se o debate perdeu o propósito porque Lula e Flávio não foram, por que Zema pretende enfrentar a sabatina sozinho no Jornal Nacional? Afinal, para falar ao Brasil, é preciso que os adversários estejam presentes ou depende da emissora?

Por Diana Maia | Jornalismo Imparcial

O primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado pela Band neste domingo (23), conseguiu uma façanha curiosa: colocar seis púlpitos no palco e deixar metade deles vazios.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), não compareceram.

Na frente das câmeras ficaram Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury, que acabaram transformando as cadeiras vazias dos adversários em um dos principais personagens da noite.
Mas, entre as ausências, uma particularmente chama atenção.
Zema faltou.
E a pergunta que fica é simples: se os outros não foram, ele precisava mesmo ir?  Mas, olhando do lado de cá, onde está o eleitor, a decisão parece no mínimo curiosa.

A justificativa divulgada para a ausência de Zema foi relacionada ao fato de Lula e outros concorrentes não participarem do encontro. 
Veja a íntegra da nota:

"A assessoria do candidato Romeu Zema do Partido NOVO contextualiza que a mudança de data do debate promovido pela Rede Bandeirantes de Televisão de 16/08 para 23/08 havia sido considerada sob a premissa e a expectativa de que o candidato Lula fosse participar, garantindo a pluralidade do encontro.

Diante da ausência de Lula e de outros concorrentes, a alteração de data perdeu o seu propósito inicial.

Nesse contexto, esta assessoria informa que Romeu Zema também não participará deste debate promovido pela Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão.

O posicionamento do Partido Novo é de oposição ao governo Lula e ao PT, cuja atuação é considerada uma tragédia ao país".

Se Lula não estava, se Flávio Bolsonaro não estava e se o palco tinha espaço para um candidato apresentar suas ideias ao eleitorado, por que deixar a própria cadeira vazia? A impressão que fica é quase aquela velha brincadeira de escola: “Se ele não vai, eu também não vou.” Ou, para usar uma expressão bem brasileira: será que candidato à Presidência precisa ser Maria vai com as outras? O debate teve apenas três participantes: Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury. Enquanto isso, os que foram falaram.

 A cadeira vazia também faz campanha. No fim, quem perdeu? E os três perceberam rapidamente que as cadeiras vazias poderiam falar mais alto do que qualquer discurso. Caiado criticou os ausentes e defendeu, inclusive, que a presença dos candidatos em debates seja obrigatória. 

Renan Santos foi muito mais longe no espetáculo. Levou fraldas com os nomes de Lula e Flávio Bolsonaro para ironizar a ausência dos dois. O gesto pode ser considerado exagerado, provocativo ou até infantil, dependendo do gosto do eleitor, mas cumpriu uma função: fez o ausente virar assunto. 

E Augusto Cury protagonizou talvez a situação mais curiosa da noite. Inicialmente, ele também ameaçou não participar em protesto contra as ausências de Lula e Flávio. Chegou à Band e anunciou que não entraria. Depois mudou de ideia e participou do debate, alegando respeito ao jornalista Fernando Mitre e à própria oportunidade de discutir o país. Ou seja: Cury quase ficou em casa, mudou de ideia e foi. Zema não foi. 

E, ironicamente, Cury acabou ocupando um espaço que poderia ter sido aproveitado por ele. Apesar do festival de púlpitos vazios, houve debate. Caiado apresentou sua experiência administrativa e falou sobre segurança pública, educação e gestão. Renan Santos adotou um discurso mais agressivo, explorando justamente a ausência dos adversários e fazendo críticas duras a Lula e Flávio Bolsonaro. 

Cury tentou imprimir um tom diferente, criticando a polarização e defendendo uma abordagem mais técnica para problemas como educação, segurança e políticas sociais. O curioso é que o debate que poderia ter sido dominado pelos candidatos mais conhecidos acabou oferecendo aos três presentes uma vitrine nacional.

E Zema não estava lá para aproveitar a vitrine.

Há ainda outro detalhe que merece atenção. Segundo o PlatôBR, a ausência de Zema não significa desistência da candidatura. A publicação informa que ele decidiu priorizar a participação na sabatina do Jornal Nacional, marcada para esta segunda-feira (24), no Rio de Janeiro. A estratégia teria levado em conta a logística entre o debate em São Paulo e a preparação para a entrevista na Globo. A decisão é legítima. 

Todo candidato tem direito de escolher onde e como pretende disputar espaço. Mas existe uma diferença entre ter uma estratégia e ter uma estratégia que faça sentido aos olhos do eleitorE talvez seja justamente aí que Zema tenha sido infeliz. Porque uma coisa é escolher a Globo. 

Outra é deixar de participar de um debate presidencial porque outros candidatos decidiram não participar. Amanhã, Zema terá sua oportunidade no Jornal Nacional

A Globo inclusive programou uma série de entrevistas com os presidenciáveis, começando por ele nesta segunda-feira.

 Agora resta saber se a cadeira vazia da Band terá sido uma decisão estratégica brilhante ou apenas uma oportunidade perdida. 

Talvez a resposta não seja tão simples. Lula não foi. Flávio Bolsonaro não foi. Zema não foi.

Cada campanha tem suas razões e seus cálculos. Mas debates eleitorais existem justamente para que candidatos sejam confrontados, questionados e comparados. 

É ali que o eleitor pode observar não apenas o que cada um promete, mas também como reage quando precisa responder ao contraditórioE isso não se substitui completamente por entrevista. 

Zema terá a Globo.

Mas perdeu a Band. 

E, convenhamos, para quem quer chegar ao Palácio do Planalto, talvez seja estranho demais olhar para uma cadeira vazia e pensar: “Bom, já que ninguém sentou, eu também não sento.” Na política, às vezes, quem chega primeiro ao palco fica com o microfoneNeste domingo, o microfone estava ligado. 

Só faltou Zema para segurá-lo, perdendo uma grande oportunidade de ser reconhecido nos demais estados da federação. Estratégia as  partes, ficou feio para o candidato, que nas pesquisas está na faixa de 3%  segundo o Data Folha.




sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Comando Militar do Sul lança documentário e exposição para celebrar a presença feminina nas Forças Armadas

 "De soldado a general: a trajetória de quem transformou o Exército com talento e determinação."

  Imagem ilustrativa gerada por IA / Jornalismo Imparcial. 
Mulheres militares de diferentes perfis e gerações, "Pioneiras de ontem, força de hoje, futuro de todas." o documentário e abertura de exposição no Museu do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre celebra a trajetória das pioneiras e a presença feminina no Exército Brasileiro

Diana Maia I Blog Jornalismo Imparcial
jornalismoimparcial@gmail.com

Porto Alegre_ No ano em que as mulheres atingiram todos os níveis hierárquicos no Exército Brasileiro, de soldadas a generais, o Comando Militar do Sul (CMS) realiza dois eventos especiais em Porto Alegre para homenagear a trajetória feminina na instituição.

Nesta sexta-feira, (21/8) às 9h30,  no Auditório do Comando Militar do Sul, localizado na  Avenida Padre Tomé, 275 – Centro Histórico, Porto Alegre ocorre o lançamento do documentário "Pioneiras: as primeiras soldados do Comando Militar do Sul". Produzido pela Seção de Comunicação Social do CMS, o vídeo mostra a rotina e os desafios das primeiras mulheres a ingressarem no Serviço Militar Inicial Feminino, acompanhando desde o alistamento e treinamento básico até o dia a dia nas unidades militares 

 A iniciativa homenageia as mulheres que abriram caminho em uma instituição historicamente masculina, destacando suas trajetórias de profissionalismo, coragem e conquista de espaços de liderança. A exposição “Vanguarda da Mulher no Exército Brasileiro” e o documentário “Pioneiras: as primeiras soldados do Comando Militar do Sul” reconhecem a contribuição de mulheres de diferentes gerações, perfis e regiões do país, fortalecendo a representatividade dentro das Forças Armadas.  O documentário poderá ser visto pelo público no canal do CMS no Youtube no link: https://youtu.be/rItHqh8AK5Y  

"Lugar de mulher é onde ela quiser" 
*Mulheres que abriram caminho hoje comandam e inspiram novas gerações*

Já na exposição 
“Vanguarda da Mulher no Exército Brasileiro” o público presente  vai poder conhecer a trajetória de coragem, resiliência e profissionalismo das mulheres que conquistaram espaço em áreas historicamente ocupadas por homens. Do apoio nos conflitos às carreiras técnicas e operacionais, a presença feminina no Exército Brasileiro atravessa gerações e evidencia que competência, compromisso e coragem não têm gênero. O circuito expositivo poderá ser visitado gratuitamente pelo público no Museu do Comando Militar do Sul, de terça a domingo, das 10h às 17h.  

Confira a agenda para esta sexta-feira:

  • Evento: Lançamento de documentário e abertura de exposição

  • Data: 21 de agosto de 2026

  • Horário: 9h30

  • Local: Auditório do Comando Militar do Sul (Av. Padre Tomé, 275 – Centro Histórico, Porto Alegre)

  • Visitação da exposição: De terça a domingo, das 10h às 17h (Entrada gratuita) no Museu do CMS.

    Jornalismo comprometido com a informação, os direitos humanos e a defesa da vida.




segunda-feira, 17 de agosto de 2026

FAB reúne autoridades e especialistas para discutir prevenção ao assédio e à violência doméstica

 Autoridades da Justiça Militar, do Ministério Público e da Força Aérea Brasileira participaram do evento para ampliar o diálogo e fortalecer estratégias de prevenção, acolhimento e proteção

Imagem Força Aérea Brasileira
Diana Maia I Blog Jornalismo Imparcial
jornalismoimparcial@gmail.com

A Força Aérea Brasileira (FAB) promoveu o III Seminário de Prevenção ao Assédio e à Violência Doméstica, reunindo autoridades, representantes de instituições da Justiça Militar, do Ministério Público e integrantes da própria Força para discutir ações de prevenção e enfrentamento a diferentes formas de violência.

Realizado no âmbito das iniciativas institucionais da FAB, o encontro foi concebido como um espaço de diálogo, reflexão e construção conjunta, reunindo diferentes perspectivas sobre o enfrentamento ao assédio e à violência doméstica.

A programação abordou a importância da conscientização, da prevenção e do fortalecimento de mecanismos institucionais capazes de promover ambientes baseados no respeito, na ética e na proteção das pessoas.

A participação de representantes de diferentes instituições também contribuiu para ampliar o debate sobre as responsabilidades do poder público e das organizações na prevenção de situações de assédio e violência.


Prevenção como instrumento de transformação

Mais do que discutir casos e consequências, iniciativas como o seminário buscam fortalecer uma cultura de prevenção, informação e respeito. Dentro das Forças Armadas, o tema vem recebendo atenção por meio de ações voltadas à conscientização e ao enfrentamento do assédio. A FAB também tem desenvolvido medidas específicas para informar e prevenir ocorrências dessa natureza em suas Organizações Militares.

O debate sobre violência doméstica também amplia a compreensão de que a prevenção depende de informação, acolhimento e atuação integrada entre instituições.

Ao promover a terceira edição do seminário, a FAB reforça a importância de manter o tema em discussão e de aprimorar continuamente as ações institucionais voltadas à prevenção e ao enfrentamento dessas formas de violência.

Fonte Força Aérea Brasileira

                                                                








Vídeo _ Lula visita sonda da Petrobras após descoberta de petróleo na costa do Amapá

A presença do presidente da República na sonda ocorre em um momento de grande expectativa em torno do potencial energético da Região Norte do Brasil. Para o Governo Federal e para a Petrobras, os resultados da exploração podem contribuir para ampliar o conhecimento sobre as reservas brasileiras e o futuro da produção nacional de petróleo.


Diana Maia  I  Gabriel Veritas
Blog Jornalismo Imparcial

A descoberta de petróleo em águas profundas do Amapá colocou a Margem Equatorial brasileira no centro das atenções nesta segunda-feira (17/8). Em meio à divulgação dos resultados da atividade exploratória, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou a sonda NS-42, responsável pela pesquisa exploratória no poço Morpho, acompanhado de autoridades do Governo Federal e da direção da Petrobras.

Durante a agenda, o presidente Lula conheceu as instalações e acompanhou as atividades realizadas pela sonda NS-42. A visita também ganhou registro em vídeo e imagens oficiais produzidas durante a passagem da comitiva pela unidade.

🎥 Assista ao vídeo da chegada do presidente Lula à sonda NS-42

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, recepcionou o presidente Lula e sua comitiva, durante a visita à unidade, que atua em águas profundas do Amapá, na Margem Equatorial,  na Região Norte do Brasil. Integraram a comitiva o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira; a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior; e o presidente do Senado Federal, David Alcolumbre.

A NS-42 realiza atividades de pesquisa exploratória no poço Morpho, localizado no bloco FZA-M-59. Segundo a Petrobras, foi identificada a presença de hidrocarbonetos na área, resultado que amplia o conhecimento sobre o potencial petrolífero da Margem Equatorial brasileira.

A descoberta representa um novo capítulo para a exploração de petróleo na Margem Equatorial, uma extensa área da costa brasileira que vem sendo estudada pela Petrobras em busca de novas fronteiras de produção de petróleo e gás.

Lula acompanha de perto as operações

A presença do presidente da República na sonda ocorre em um momento de grande expectativa em torno do potencial energético da região. Para o Governo Federal e para a Petrobras, os resultados da exploração podem contribuir para ampliar o conhecimento sobre as reservas brasileiras e o futuro da produção nacional de petróleo.

A Petrobras ressalta que a atividade realizada no poço Morpho faz parte da etapa de pesquisa exploratória, fundamental para avaliar as características geológicas e o potencial dos recursos identificados.

Margem Equatorial ganha protagonismo 

A descoberta no litoral do Amapá amplia a atenção sobre a Margem Equatorial e sobre o potencial de novas fronteiras exploratórias no país. Ao mesmo tempo, a região envolve importantes discussões sobre desenvolvimento econômico, segurança energética e preservação ambiental.

A visita de Lula à NS-42, acompanhada por ministros, pelo presidente do Senado e pela presidente da Petrobras, reforça a importância estratégica atribuída às atividades exploratórias desenvolvidas na região.

A agenda desta segunda-feira reuniu, em um mesmo momento, a apresentação da descoberta, a coletiva de imprensa e a visita das autoridades à sonda que atua no poço Morpho, dando visibilidade nacional às novas perspectivas para a exploração de petróleo na costa do Amapá.


AQUI É BRASIL!
                        


sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Patrus Ananias e aliados cumprem agenda nas Festas de Agosto em Montes Claros

 Estiveram presentes o candidato ao Governo de Minas, Patrus Ananias, o vice-governador, Jarbas Soares Júnior, e as candidatas ao Senado Federal, Marília Campos e Áurea Carolina.

Foto Sarah Matias/ Blog Jornalismo Imparcial

Diana Maia/ Blog Jornalismo Imparcial
jornalismoimparcial@gmail.com
Montes Claros/MG_ Os candidatos ao Governo de Minas Gerais e ao Senado Federal pela chapa formada por PT e PSB participaram, nesta quinta-feira (13), das tradicionais Festas de Agosto, em Montes Claros, e cumpriram agenda política no Norte de Minas, com compromissos também em Francisco Sá e Bocaiuva.

Estiveram presentes os candidatos ao Governo de Minas, Patrus Ananias, candidato a vice-governador, Jarbas Soares Júnior, e as candidatas ao Senado Federal, Marília Campos e Áurea Carolina.

Antes de seguirem para os demais compromissos na região, os integrantes da chapa concederam entrevista coletiva à imprensa, ocasião em que apresentaram linhas gerais de suas propostas e responderam a questionamentos sobre os desafios do Estado e as prioridades para Minas Gerais em um eventual mandato.

Participação nas Festas de Agosto

Os candidatos participaram das celebrações que integram uma das mais importantes manifestações culturais do Norte de Minas. As Festas de Agosto reúnem grupos de Catopês, Marujos e Caboclinhos, preservando tradições centenárias e representando um importante patrimônio cultural e religioso da região.

A presença da comitiva ocorreu em meio à programação festiva e incluiu contato com moradores, lideranças comunitárias e representantes de movimentos culturais.

Coletiva e encontros com lideranças

Durante a coletiva de imprensa, os veículos presentes puderam formular perguntas aos candidatos, que abordaram temas relacionados às suas trajetórias políticas, ao cenário estadual e nacional e às demandas apresentadas por representantes do Norte de Minas.

A agenda também contou com encontros com lideranças políticas e sociais da região, voltados ao diálogo sobre desenvolvimento regional, políticas públicas e infraestrutura para os municípios norte-mineiros.

Ligação com o Norte de Minas

A participação de Patrus Ananias e Jarbas Soares Júnior teve destaque por ambos possuírem origem no Norte de Minas, fato ressaltado durante os compromissos realizados em Montes Claros.

Marília Campos, atual prefeita de Contagem, levou à agenda sua experiência na administração pública e sua atuação política ligada a pautas sociais e de gestão municipal.

Também integrou a programação Áurea Carolina, cientista política, educadora popular e ativista com atuação em direitos humanos, cultura, meio ambiente e participação democrática. Ex-vereadora de Belo Horizonte e ex-deputada federal por Minas Gerais, ela é pré-candidata ao Senado Federal.

Agenda no Norte de Minas

Após os compromissos em Montes Claros, os candidatos seguiram para Francisco Sá e Bocaiuva, dando continuidade às atividades políticas e aos encontros com lideranças locais.

As agendas integram o movimento de articulação regional da chapa para as eleições majoritárias de 2026 em Minas Gerais.

Jornalismo comprometido com a informação, os direitos humanos e a defesa da vida.

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