segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Lições históricas do combate em ambiente de montanha

 

Por Tenente Kevin Vieira 

A instabilidade política e bélica no Afeganistão (agosto/2021), bem como os recentes conflitos nas fronteiras montanhosas entre a Armênia e o Azerbaijão, no último quadrimestre de 2020, evidenciam que as operações em terreno montanhoso permanecem uma realidade no combate moderno.

Sabe-se que as operações bem-sucedidas em montanhas exigem que os comandantes e as equipes compreendam suas peculiaridades e seus riscos, pois a história está repleta de exemplos de forças militares competentes que foram exauridas, derrotadas e, por vezes, destruídas por um adversário de poder relativo de combate inferior. Em terreno montanhoso, batalhas para conquistar regiões de passagem são essenciais, pois o terreno elevado permite controlar importantes vias de acesso e de circulação. Até mesmo as trilhas, aparentemente insignificantes, tornam-se decisivas no combate montanhoso.

Em termos gerais, o ambiente operacional de montanha é um espaço geográfico composto de formas e acidentes com considerável desnível em relação à área circunvizinha. Ele abriga as nascentes da maior parte dos grandes rios e infraestruturas críticas, constitui a base direta do sustento de 12 por cento da população mundial e ocupa cerca de 1/3 do mundo. Na América do Sul, destaca-se a Cordilheira dos Andes, que se estende, de norte a sul, por meio de uma faixa contínua ao longo de toda a região oeste. Se considerada de forma contínua, excede uma elevação de 3.000 metros.

Nesse contexto, este ensaio resgata memórias acerca da experiência da tropa alemã Gebirgsjäger durante a Segunda Guerra Mundial e do 40º Corpo de Exército Soviético no Afeganistão, em 1979, buscando pontuar fatores que influenciam a prontidão de tropas para atuar nesse tipo de terreno no combate moderno. 

Nas invasões nazistas, durante a Grande Guerra, as tropas alemãs de montanha, as chamadas Gebirgsjäger, marcharam mais de 400 quilômetros e cruzaram passagens em montanhas acima de 2.000 metros de altura, demonstrando habilidades expoentes em quase todos os teatros de operações. Além do treinamento básico de tropas de infantaria, as tropas Gebirgsjäger eram capacitadas em atividades de escalada, desescalada, esqui, orientação e sobrevivência em montanhas médias e altas. Tais técnicas, aliadas ao alto desempenho físico dessas tropas, conferiam-lhes o status de tropa de elite do Exército Alemão. 

Durante a invasão da Polônia, a 1ª e a 2ª Divisão de Montanha foram intrumentos de captura da Passagem de Dukla através das montanhas Carpathian. Após a captura, a Gebirsjäger tinha o objetivo de conquistar a cidade de Lemberg, a aproximadamente 240 km a leste. Ao chegarem à cidade, as tropas alemãs fizeram um cerco e repeliram os contra-ataques poloneses, evidenciando tenacidade e espírito de combate. Com a invasão soviética, os poloneses só entregaram a cidade de Lemberg para a 1ª Divisão de Montanha devido ao respeito que essa divisão adquiriu durante os combates. Após o sucesso na Polônia, a 1ª Divisão foi transferida para a campanha ocidental, enquanto a 2ª Divisão foi designada para participar da invasão da Noruega, notabilizando o prestígio diferenciado da Gebirsjäger

A vivência dos soldados alemães no ambiente de montanha era anterior ao recrutamento e aos treinamentos militares. A região da Bavária, que era a origem da maior parte dos efetivos da Gebirgsjäger, caracterizava-se por elevações com aproximadamente 3.000m de altitude. Um indivíduo proveniente dessa região tinha melhor predisposição à aclimatação no ambiente do que outro proveniente das planícies. O treinamento especializado para o ambiente de montanha, por sua vez, proporcionava a obtenção das técnicas adequadas para utilizar o terreno a favor das próprias tropas, tanto em sobrevivência no ambiente quanto em ações táticas. 

O treinamento de combatentes escaladores objetivava a formação de especialistas, guias de montanha, que se destacavam no âmbito do Exército. Diferenciado era também o emprego dos High Mountain Battalions que, por meio da bateria de artilharia orgânica, ganhavam autonomia e flexibilidade nas operações, principalmente considerando as dificuldades impostas pelas montanhas à logística. 

Acerca da experiência do 40º Corpo de Exército durante a invasão soviética em 1979, no Afeganistão, o contingente soviético era composto pela 103ª Divisão Aerotransportada; por batalhões da 108ª e pela 5ª Divisão Mecanizada de Rifles; pelo 860º Regimento Mecanizado; pela 56ª Brigada Aerotransportada e por elementos do 36º Corpo Misto Aéreo; por grupamentos da 201ª e 58ª Divisão de Infantaria; e outras unidades menores. 

Observa-se que não havia tropa especializada em ambiente operacional de montanha. O contingente inicial das forças soviéticas na Guerra Afegã-Soviética priorizou o poder de choque, a proteção blindada e a mobilidade. Todavia, devido às peculiaridades das montanhas afegãs, os soviéticos sofreram grandiosas perdas e, dessa forma, sentiram a necessidade de criar centros de treinamento especializados: um em Tajikistan e outro em Azerbaidzhan, países pertencentes à URSS próximos ao Afeganistão e que possuíam as mesmas características geográficas. As adaptações tanto no combate em montanha quanto no combate irregular ocorreram durante o desenrolar da campanha. 

Mesmo com a criação dos centros de treinamento no Afeganistão, habilidades e competências específicas, como transpor paredões rochosos e utilizar equipamentos de escalada, não foram desenvolvidas no âmbito das tropas soviéticas. Apesar dos conscritos selecionados serem da região próxima ao Afeganistão, o terreno utilizado para adestrá-los era diferente do terreno em que combateram, dificultando a aclimatação e a adoção de técnicas, táticas e procedimentos para as operações nas montanhas afegãs. 

Fruto dessas duas experiências, verifica-se que o êxito do emprego de tropas em ambiente de montanha está diretamente relacionado à experiência da tropa naquele terreno específico. Mesmo que a tropa seja altamente adestrada, se ela não estiver preparada para o combate em montanha, perderá poder de combate. As lições históricas aprendidas e o desenvolvimento de princípios fundamentais com base nessas lições devem guiar o futuro da preparação e do treinamento das tropas especialistas em combate nesse ambiente. 

A possibilidade de atuação de tropas brasileiras como Forças Expedicionárias em áreas com montanhas aventa a necessidade desse adestramento específico, ressaltando a especialização da tropa.

SOBRE O AUTOR

Formado na AMAN na Turma de 2019. Realizei o Curso Básico de Montanhismo e o Curso Avançado de Montanhismo no ano de 2020. Atualmente sou o comandante do 3º Pel/1ª Cia Fuz Mth/11º BI Mth.

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Governador de Minas participa da inauguração da Central Estadual do Plantão Digital da Polícia Civil

                             

Diana Maia/Blog Jornalismo Imparcial
O governador Romeu Zema participa, nesta terça-feira (21/12), às 10h, da inauguração da Central Estadual do Plantão Digital da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).
A unidade, instalada no Prédio Alterosas, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, pretende agilizar os atendimentos de plantão e otimizar a investigação de crimes.

 

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Vídeo_ Minas recebe cerca de 333 viaturas, que serão distribuídas para unidades das Polícia Militar, Civil e Corpo de Bombeiros

Foto Marco Evangelista

Jornalismo Imparcial

O governador Romeu Zema participou, nesta segunda-feira (20/12), do evento de entrega de 333 novos veículos para as Forças de Segurança de Minas Gerais. As viaturas serão incorporadas ao trabalho da Polícia Militar, Civil e Corpo de Bombeiros, reforçando cerca de  200 municípios, reforçando a segurança no estado. A entrega das viaturas, aconteceu no  Prédio Tiradentes, em Belo Horizonte.

Ao todo, foram destinados mais de R$ 30 milhões para a aquisição dos veículos, vindos, principalmente, de emendas parlamentares. O governador destacou o investimento e ressaltou a importância do trabalho em conjunto para reforçar a segurança de Minas.

Reforço na segurança

Ao todo, a Polícia Militar receberá 236 viaturas para beneficiar 159 municípios. A maior parte será destinada ao interior de Minas. O investimento foi de R$ 19,8 milhões. Já para reforçar a frota da Polícia Civil, o Governo investiu R$ 6,3 milhões. Foram adquiridos 66 veículos da marca Renault, modelo Logan. No total a medida contempla 17 Departamentos de Polícia Civil, incluindo a região metropolitana da capital e o interior, que receberão novas viaturas.

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) receberá 31 veículos, incluindo 25 Unidades de Resgate e seis de auto salvamento leve, somando R$ 6,1 milhões. Belo Horizonte, Vespasiano, Sete Lagoas, Uberaba, São João del-Rei, Governador Valadares e Poços de Caldas estão entre as cidades contempladas. Neste ano o CBMMG já tinha recebido outras 23 viaturas, com recursos provenientes de emenda parlamentar, convênio federal ou também do acordo com a Vale.

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Minas reduz intervalo para dose de reforço com a Pfizer para que seja administrada em quatro meses

 

Foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerias de 17/12 a deliberação CIB-SUS/MG Nº 3.680, que aprova a redução no intervalo da dose de reforço da vacina Pfizer. A partir desta segunda-feira (20/12), o imunizante poderá ser administrado quatro meses após a última dose do esquema vacinal primário. Antes, esse prazo era de cinco meses.

A redução está permitida quando houver doses da vacina Pfizer com prazo de vencimento, por descongelamento, inferior a 15 dias e impossibilidade de remanejamento das doses entre municípios vizinhos.A medida tem o objetivo de avançar com a maior operação de vacinação já realizada no estado, bem como ampliar a cobertura vacinal contra a covid-19 entre a população mineira.A diminuição do prazo também é uma estratégia preventiva diante da confirmação de casos da variante Ômicron (B.1.1.529) no Brasil, inclusive em Minas Gerais, como explica a coordenadora Estadual de Imunização, Josianne Dias Gusmão. "O estado possui a maior malha rodoviária do país e, com o aumento das viagens, a circulação de pessoas também será mais intensa, possibilitando a transmissão do vírus da covid-19 e das variantes de atenção. Diante da não obrigatoriedade, até o momento, da apresentação de comprovação de esquema vacinal completo para os viajantes, se faz necessário a adoção de medidas de intensificação da vacinação, a exemplo do ocorrido na Europa, como a antecipação da aplicação da dose de reforço da vacina”, reforçou.Atualmente, há cerca de 3 milhões de doses da Pfizer disponíveis nos 853 municípios. Cada cidade tem autonomia para estabelecer estratégias para o calendário de vacinação, conforme a realidade local. Governo do Estado tem orientado os municípios para realizarem a busca ativa dos grupos elencados para a imunização e recomendado a realização de estratégias que extrapolam as salas de vacinas, como a vacinação extramuros em serviços de saúde, escolas, universidades; realização de busca ativa de faltosos pelas equipes de Saúde da Família; extensão do horário de funcionamento das salas de vacina e reforço das estratégias de divulgação para a população do planejamento da vacinação no município.Vacinação em MinasAté o momento (20/12), segundo dados do Vacinômetro, Minas Gerais já recebeu 39.720.009 doses de vacinas contra covid-19. Desse total, já foram aplicadas 16.571.825 como D1, 14.576.042 como D2, 494.209 como dose única e 2.282.971 como dose de reforço.Josianne Gusmão lembra que só com o esquema completo é possível reduzir a transmissão da covid-19 e evitar a forma grave da doença. “É importante destacar para a população que as pessoas que não completaram o esquema vacinal ficam mais vulneráveis à infecção pelo coronavírus, elevando tanto o risco individual quanto o coletivo, uma vez que além de correrem o risco de adoecer também contribuem para a circulação do vírus, pois podem infectar outras pessoas vulneráveis. E tanto a segunda dose quanto a dose de reforço são fundamentais para evitar aumento de casos e garantir proteção coletiva”, explica.

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Vídeo_ Polícia Militar fecha baile Funk regado a álcool, sexo, drogas e apreende armas de fogo e dinheiro em Montes Claros/Norte de Minas

Diana Maia/ Blog Jornalismo Imparcial

A Polícia Militar, fechou na data de ontem 19/12, um baile Funk, regado a  álcool, drogas ilícitas, sexo e  com presença de crianças e adolescentes no bairro Santa Rafaela.

No local, os policiais, localizaram  duas armas de fogo, ( 01 cartucheira e 01 armadilha para caça), apetrechos pra recarga de cartucho e drogas, ( 9) munições intactas ( 5) cartuchos deflagrados, (1) papelote de maconha, além de uma quantia de R$: 445, 20 ( Quatrocentos e quarenta e cinco reais e vinte centavos).

No lugar muitos jovens sem máscaras, passando longe qualquer  medidas de proteção por conta do coronavírus e do surto gripal que já foi alertado na cidade.

Os policiais militares em uma força tarefa, foram solicitados para apoiar a equipe do Velado, na averiguação de um local onde estaria ocorrendo um baile funk. Um homem que já possui passagem nos meios policiais foi preso e conduzido a Delegacia de Plantão.

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domingo, 19 de dezembro de 2021

Cel PM Gildásio Rômulo Gonçalves a partir de março de 2022 é o novo comandante da 11ª RPM e Ten Cel PM Gracielle Rodrigues é promovida a Comandante do CPMAmb

Coronel Gildásio é especialista em análise de segurança pública e em gestão estratégica.
Foto Eduardo Gomes

Diana Maia/Blog Jornalismo Imparcial
Montes Claros/MG_ O Comando Geral da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, divulgou para a  família policial militar  nesta sexta-feira 17 de dezembro de 2021, os atos de promoção ao posto de Coronel, assinado pelo Governador do Estado Romeu Zema.
promoção ao posto de coronel da PM se dá somente pelo critério de merecimento e é de livre escolha do Governador.

 
A partir de 03 de março de 2022, o Coronel Gildásio Rômulo Gonçalves, assume a 11ª RPM, ficando sobre o seu comando 77 cidades do Norte de Minas.
A  12ª  RPM, a qual comandava desde janeiro de 2021, ficará sobre comando do Comandante Cel PM Juliano Fábio Lemos Dias. 

Em razão das promoções, a Ten Cel PM Gracielle Rodrigues e Coordenadora Adjunta Estadual de Defesa Civil, foi promovida a Comandante do CPMAmb ( Policiamento de Meio Ambiente da PMMG).
A sede do Comando de Policiamento de Meio Ambiente da PMMG (CPMamb), está localizado no bairro Vera Cruz, em Belo Horizonte.
Um elo, de comunicação importante  nas ações dos órgãos do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema): Semad, Feam, Igam e IEF.

A Ten Cel PM Gracielle é natural de Montes Claros, graduada em Educação Física (Unimontes), iniciou sua carreira na PMMG em 31 de janeiro de 1995, na Academia da Polícia Militar, em Belo Horizonte, sendo aspirante a oficial no mesmo ano, quando foi classificada em Montes Claros. 
oficial, que já comandou a 103ª Cia de Ensino e Treinamento e Pelotão de Meio Ambiente, possui experiência na Assessoria de Comunicação do 10º BPM e da 11ª RPM.
Em 2018, comandou a  11ª Companhia de Meio Ambiente e Trânsito, com tropa de aproximadamente 200 militares.
Foi a primeira mulher da PMMG,  no Norte de Minas a comandar uma unidade operacional, em mesmo nível de batalhão.
Uma militar competente e muita querida junto a tropa, desempenhando com sucesso todas as missões que fora designada. Atualmente está na frente da Coordenadoria Adjunta de Defesa Civil do Estado de Minas Gerais.

Confira a lista completa dos novos coronéis, ato assinado pelo governador Romeu Zema;

A partir de 01 de fevereiro de 2022: 

N. 109.490-3, Ten Cel PM Alisson Willian da Silva; 

N. 113.841-1, Ten Cel PM Juliano Santana Silva; 

N. 113.820-5, Ten Cel PM Murilo César Ferreira; 

N. 118.716-0, Ten Cel PM Fausto Machado de Oliveira

N. 118.672-5, Ten Cel PM Carlos Frederico Otoni Garcia;

N. 118.749-1, Ten Cel PM Renato Salgado Cintra Gil; -

N. 118.669-1, Ten Cel PM Fábio Oliveira de Almeida; 

N. 118.722-8, Ten Cel PM Gracielle Rodrigues Santos; 

N. 116.270-0, Ten Cel PM Alex Louzada de Souza; 

N. 113.165-5, Ten Cel PM Sandro Heleno Gomes Ferreira; 

N. 113.850-2, Ten Cel PM Marco Aurélio Zancanela do Carmo. 

A partir de 03 de março de 2022:

N. 122.010-2, Ten Cel PM Jardel Trajano Gomes.

Em razão das promoções, os novos Coronéis serão designados para as seguintes funções: 
Comandante da 4ª RPM: Ten Cel PM Renato Salgado Cintra Gil; 
Comandante da 5ª RPM: Ten Cel PM Carlos Frederico Otoni Garcia; 
Comandante da 6ª RPM: Ten Cel PM Juliano Santana Silva; 
Comandante da 15ª RPM: Ten Cel PM Sandro Heleno Gomes Ferreira; 
Comandante da 16ª RPM: Ten Cel PM Marco Aurélio Zancanela do Carmo; 
Comandante da 18ª RPM: Ten Cel PM Jardel Trajano Gomes; 
Comandante da 19ª RPM: Ten Cel PM Murilo César Ferreira; 
Comandante do CPRv: Ten Cel PM Fábio Oliveira de Almeida; 
Comandante do CPMAmb: Ten Cel PM Gracielle Rodrigues Santos; 

Chefe de Gabinete do Comando Geral: Ten Cel PM Alisson Willian da Silva; 
Chefe da ARINS: Ten Cel PM Fausto Machado de Oliveira; 
Diretor de Saúde: Ten Cel PM Alex Louzada de Souza. 
Como movimentações decorrentes, assumem as seguintes funções: 
Comandante da 1ª RPM: Cel PM Micael Henrique Silva; 
Comandante da 11ª RPM: Cel PM Gildásio Rômulo Gonçalves
Comandante da 12ª RPM: Cel PM Juliano Fábio Lemos Dias; 
 Comandante da 13ª RPM: Cel PM Terence P. Floriano Guimarães 
Comandante do CPE: Cel PM Ricardo Geraldo de Oliveira; 
Comandante da APM: Cel PM Eugênio Pascoal da Cunha Valadares. 

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Cão é resgatado de uma cisterna por militares do Corpo de Bombeiro em Montes Claros

Divulgação CBMMG

Da redação

Montes Claros/MG_ Na manhã deste domingo 19 de dezembro de 2021, militares do Corpo de Bombeiros foram acionados para realizar o salvamento de um cão, que havia caído dentro de uma cisterna com aproximadamente 10 metros de profundidade no bairro Todos os Santos. 

De acordo com a guarnição, o cão de médio porte, e raça não definida, teria caído na cisterna durante a madrugada, porém, a sua presença no interior do poço, só foi percebida pelo dono no período matutino. Diante do exposto, após avaliação dos riscos, a guarnição equipou-se com os EPI’s específicos e com a ajuda de um “Aparelho de poço” conseguiu acessar e retirar o animal, deixando-o aos cuidados do solicitante.

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