sábado, 11 de dezembro de 2021

Operações militares de construção: do preparo ao exercício da “Mão Amiga”


Major Aracaty Andrade Saraiva

No Brasil, a maioria das operações militares de construção é executada por quartéis de Engenharia do Exército Brasileiro (EB). Elas constituem uma forma de adestrar a tropa, ao mesmo tempo em que proporcionam benefícios à sociedade, e estão alinhadas às responsabilidades da Força Terrestre.

Atualmente, a Força Terrestre possui suas missões legais estabelecidas pela Constituição Federal de 1988 e pela Lei Complementar nº 97 de 1999, que também orienta a atuação dos militares em ações subsidiárias, em coordenação com órgãos federais, estaduais e municipais.

O preparo dos integrantes do EB é permanente e visa à formação de uma reserva mobilizável, ao treinamento em funções de combate e à qualificação do efetivo profissional. Nele estão incluídos a capacitação dos integrantes de carreira e dos temporários, a instrução individual e o adestramento de frações. A finalidade é a prontidão de uma força bélica capaz de intervir, com oportunidade, na defesa da Pátria e na garantia dos poderes constitucionais, da lei e da ordem.

As possibilidades de emprego da Força Terrestre são o que balizam os treinamentos castrenses. Além das já citadas, o Exército também possui a incumbência de atuar subsidiariamente em favor do desenvolvimento nacional. Isso inclui a cooperação com as agências públicas para a execução de obras, como a construção de estradas. Dessa forma, ações de qualificação precisam ser adotadas para garantir a destreza dos quadros competentes.

O Comando de Operações Terrestres (COTER) foi criado para conceber o arcabouço do preparo e do emprego do Exército. Ele é um Órgão de Direção Operacional com capacidade para definir a prioridade do uso de meios financeiros destinados ao aprestamento e ao preparo dos recursos humanos. Esse montante não é ilimitado e fica circunscrito à partição das cifras destinadas ao Ministério da Defesa. Normalmente, o valor disponibilizado fica abaixo do considerado ideal para investir anualmente na proficiência beligerante, considerando o efetivo de cerca de 210.000 integrantes e as dimensões continentais do Brasil.

A Engenharia, mais especificamente, é uma arma de apoio ao combate, que tem por encargos prover a mobilidade, a contramobilidade, a proteção e o apoio geral aos elementos empregados em primeiro escalão, na reserva ou na região de retaguarda. O seu viés é técnico e se diferencia pela preparação cognitiva dos seus integrantes e pelo material especializado, voltados para a sua área de atuação. As organizações militares desse ramo possuem capacidade para realizar ações de reconhecimento, executar trabalhos em pontesestradas e instalações e prestar assessoramentos especiais.

No combate, os discípulos de Villagran Cabrita são os responsáveis por abrir passagens em obstáculos, garantir a trafegabilidade do terreno para as viaturas, realizar a transposição de meios por cursos de água, recuperar pontes e preparar edificações, dentre outros. Assim, os “engenheiros” são qualificados em diversas especialidades, tais como operadores de máquinas, carpinteiros, pedreiros, eletricistas etc. Além disso, essa tropa necessita dispor de materiais específicos para cumprir com suas atribuições, como escavadeiras, tratores, carregadeiras, motosserras e betoneiras.

Em paralelo, existem órgãos da administração pública vocacionados para trabalhar pela prosperidade econômica e social. Um deles é o atual Ministério da Infraestrutura, que recebe uma parcela do orçamento nacional para implementar progressivamente, no Brasil, estruturas de modais de transportes cada vez mais integradas, seguras e eficientes. Faz parte da sua seara a coordenação da ampliação da malha rodoviária, ferroviária e aeroportuária, não atuando, no entanto, na execução direta de obras. Para tanto, suas entidades vinculadas realizam licitações para contratar serviços ou descentralizam recursos para outros organismos.

Nesse contexto convergente, unem-se a necessidade do Exército de verba, a fim de financiar o adestramento da tropa, e o interesse do Ministério da Infraestrutura em realizar obras pelo repasse de fundos em cooperação para aumentar a sua capacidade laborativa. As organizações militares de Engenharia têm pessoal especializado e, com material adequado e suficiente, podem atender às demandas supracitadas de forma dual. Dessa maneira, a limitação financeira do COTER para o preparo pode ser amenizada por meio da transferência de numerários de outras instituições.

Em consequênciaos batalhões conseguem participar de operações militares de vulto, exercitar o trabalho de estado-maior e exercer a ação de comando em diferentes níveis de hierarquia. Podem, ainda, intensificar o aprimoramento técnico individual, fortalecer o emprego de frações constituídas, manter os quadros qualificados, atualizar os dados médios de planejamento, modernizar os equipamentos, otimizar a logística e praticar a mobilização. Além disso, os soldados dessas unidades despedir-se-ão da caserna com um ofício e uma experiência profissional, favorecendo a admissão em um novo emprego.

Os casos de sucesso de parcerias com agências federais, estaduais e municipais são inúmeros. A partir da criação da Diretoria de Obras de Fortificação, na década de 1940, o Exército passou a contribuir, de forma mais profícua, com a edificação brasileira. Fazem parte do seu acervo trabalhos de pavimentação e duplicações rodoviárias, como o realizado nas rodovias BR-101, BR-163, BR-316 e BR-230; a participação na instalação de ferrovias, como os 294 km que ligam Mafra a Lages, em Santa Catarina; o erguimento de pontes de concreto, como a existente sobre o rio Araguari, na EF-050, e a conservação de madeira na Amazônia.

Acrescentam-se ao legado a perfuração de mais de 300 poços tubulares no Nordeste; a escavação de inúmeros açudes em estados como o Ceará e a Paraíba; e a preparação de pistas de pouso, como a do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, e de terminais hidroviários, como o de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. Do mesmo modo, o erguimento de casas residenciais, prédios públicos e hospitais em todas as regiões do País reitera os feitos colaborativos “Verde-Oliva”. Tudo isso configura a prática da “Mão Amiga”, parte de um dos motes consolidados pelo EB.

Diante do exposto, verifica-se que há inúmeras vantagens no emprego das organizações militares de Engenharia em obras de cooperação com órgãos públicos. Essa contribuição para o preparo possibilitmanter o pessoal aprestado, renovar o material e atualizar a doutrina, ao mesmo tempo em que corrobora o desenvolvimento e a integração nacional.

SOBRE O AUTOR

O Major de Engenharia Aracaty Andrade Saraiva formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 2005. Realizou cursos de especialização como o básico Paraquedista, Operações na Selva, Categoria B, de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN), de Comandante de Subunidade de Engenharia, no Exército Alemão, e de Defesa Nuclear, Biológica e Química, nas Forças Armadas Portuguesas. É mestre em ciências militares, pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), e graduado em Direito pelo Centro Universitário São José. Acerca da experiência profissional, foi comandante do Pelotão de Engenharia do 9ª Contingente do Batalhão Brasileiro de Força de Paz, no Haiti, serviu no 8º Batalhão de Engenharia e Construção, na Comissão Regional de Obras/7, no 1º Batalhão DQBRN, no 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado e atualmente é instrutor da EsAO.
                                              

                                              

                                                   

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Embraer e Exército Brasileiro assinam Acordo de Cooperação Técnica para estudo de Sistema Radar de Contrabateria

A Embraer e o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro (DCT) assinaram hoje (9/12), um Acordo de Cooperação Técnica que estabelece a cooperação para estudos e análises conjuntas dos conceitos técnicos e operacionais, bem como a avaliação das capacidades necessárias à concepção e ao desenvolvimento, do Sistema Radar de Contrabateria (SRCB). “Estamos muito satisfeitos com a assinatura deste Acordo de Cooperação Técnica com a Embraer. 

Ao longo das últimas décadas, a profícua parceria entre a Empresa e o Exército Brasileiro permitiu a consolidação de conhecimento estratégico no país nas áreas de radares e sistemas de vigilância de fronteiras, com implantação e entrega de sistemas de defesa e de materiais de emprego militar em benefício dos Programas Estratégicos, como o SISFRON e Defesa Antiaérea. Fruto desse esforço conjunto, hoje o Brasil pertence a um seleto grupo de países que domina a tecnologia e a fabricação de radares. Temos certeza de que a presente cooperação permitirá dar prosseguimento às iniciativas existentes, perpetuando conhecimento, retendo tecnologias e ampliando capacidades de cunho estratégico para a Força Terrestre”, disse o Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, General de Exército Guido Amin Naves. O Acordo de Cooperação tem por finalidade a promoção de estudos preliminares conjuntos dos conceitos técnicos e operacionais de Sistemas Radar de Contrabateria, bem como pretende identificar qual o nível de utilização tecnológica e industrial dos Sistemas Radares já desenvolvidos pelo Centro Tecnológico do Exército em parceria com a Embraer na concepção, pesquisa e desenvolvimento de potenciais Radares de Contrabateria, que atendam aos requisitos do Exército Brasileiro. 

“Com este acordo vamos expandir as competências da Embraer no campo da pesquisa e do desenvolvimento de radares e sistemas terrestres, compreendendo sensores e suas aplicações civis e militares. A história da Embraer é uma sucessão de desafios tecnológicos, muitas vezes trazidos pela necessidade dos nossos clientes e parceiros, o que sempre nos levou a aprimorar nossas capacidades de engenharia e industrial no desenvolvimento, homologação, testes, fabricação, comercialização e suporte técnicos dos mais diferentes produtos”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. Atualmente, a Embraer é uma das principais empresas participantes do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) do Exército Brasileiro, um dos maiores projetos de vigilância de fronteiras em implantação no planeta, além de fornecer radares e soluções de Controle e Alerta aplicadas ao Programa Estratégico do Exército Defesa Antiaérea.

                                                     

                                  
                                       

Ex diplomata foragido da justiça e condenado por violência doméstica no Distrito Federal é preso em Januária no Norte de Minas Gerais

Reprodução rede social

Diana Maia/Blog Jornalismo Imparcial

Montes Claros/MG_ Foi preso nesta quinta-feira (9/12), pelo Serviço de Inteligência da Unidade  da PM em Januária/Norte de Minas, o ex-diplomata Renato de Ávila Viana de 45 anos, que é foragido da Justiça do Distrito Federal, após ser condenado por violência doméstica . De acordo com informação do Copom da Polícia Militar em Belo Horizonte, o mandado de prisão foi cumprido por volta das 11h45.

O ex diplomata, foi localizado em uma academia da cidade após denúncia. Ele não reagiu à abordagem e foi conduzido agora à tarde à Delegacia da Polícia Civil. 

Viana, já cumpriu pena na Papuda, e tem um histórico de bater em mulheres, entre as vítimas uma namorada Argentina, Venezuelana, além de uma colega de trabalho.

Foi condenado em três ações por agredir a ex-namorada e professora Joyce Paiva. A vítima chegou a ter um de seus dentes arrancados ao levar uma cabeçada do ex namorado, que tem o comportamento agressivo e violento.

Em outubro passado, o juiz substituto da Vara Criminal de Águas Claras (DF), Wellington da Silva Medeiros, condenou Renato a cinco anos e dez meses de prisão e determinou que o início do cumprimento da pena fosse em regime fechado. O magistrado também decretou a prisão preventiva de Viana.

Renato de Ávila Viana já foi  primeiro-secretário do Itamaraty  no Ministério das Relações Exteriores. Sendo demitido após receber a primeira sentença, em setembro de 2018.


Vídeos_ Cães adestrados pelo Batalhão de Policiamento com Cães estão disponíveis para adoção no Distrito Federal


Diana Maia com informação da PMDF

O Batalhão de Policiamento com Cães e o abrigo para animais “Flora e Fauna”, firmaram uma parceria com o intuito de estimular adoção de animais no Distrito Federal. Diante disso, alguns cães do abrigo foram adestrados no XXXVII Curso Operacional de Cinotecnia, curso que terá sua solenidade de formatura amanhã, dia 10 de dezembro, no pátio do Batalhão de Policiamento de Choque, às 10 horas.


Esses cachorros adestrados pelo batalhão serão ofertados para adoção responsável. Os pré-requisitos necessários para adoção é ser maior de idade, possuir endereço fixo, apresentar comprovante de residência, cópia do CPF e RG, residir em Brasília ou Entorno e assinar termo de posse. Se a pessoa que for adotar morar em chácara, é necessária uma prévia análise do local e ainda permitir monitoramento da adoção por telefone ou pessoalmente.

Estão disponíveis para a adoção os seguintes cães: Tofu, Billy, Duque, Nick, Hag e Belinha. Todos sem raça definida, vacinados e adestrados. 

Ações como essa são essenciais para evitar abandonos.

Os interessados podem acessar o “Direct” do Instagram do BPCães.







Sistema Prisional e Polícia Civil de Minas Gerais realizam mais uma etapa de coleta de material genético de presos e superam meta do MJSP

  Material coletado é encaminhado para o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). Trabalho permite a apuração de crimes graves como homicídio, latrocínio, sequestro e estupro

Divulgação Sejusp

Da redação

Nesta quinta-feira (9/12), em uma atuação integrada do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG) com a Polícia Civil de Minas Gerais, foi coletado na  Penitenciária de Ponte Nova I, situada na Zona da Mata, material genético, que vai fomentar o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG).

A unidade foi escolhida pelo potencial número de presos que se enquadram em crimes de natureza grave, como homicídio, latrocínio, sequestro e estupro. Minas supera a meta proposta pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e ultrapassa as 10 mil coletas em 50 unidades prisionais


No Estado, este ano, já foram coletados material de 13.043 presos, em outras 49 unidades prisionais do estado. O objetivo é enviar informações para o BNPG para que seja feita a comparação do DNA de presos com os vestígios genéticos — como fios de cabelo, sangue e outros materiais biológicos — encontrados em cenas de crime, visando a prova material, que contribui para a efetividade da apuração.

O diretor-geral do Departamento Penitenciário de Minas Gerais, Rodrigo Machado, considera a ação importante também no sentido de reafirmar o compromisso do Depen com todos os órgãos de Segurança Pública. “Hoje, completamos um total de 50 unidades, nas quais foram coletados material genético. E conseguimos superar a meta da Senasp, de 10 mil coletas. No próximo ano, o trabalho e empenho de todos continua”, garante o diretor-geral.

A Penitenciária de Ponte Nova contou com a atuação de 78 policiais penais e 34 servidores técnicos/administrativos para que fosse realizada a coleta. Os servidores da unidade auxiliaram nos trâmites administrativos para otimizar os processos necessários, na condução dos presos das celas para os locais de coleta e em toda a segurança de unidade de uma forma geral.

A coleta é feita de forma compulsória, por imposição legal aprovada em 2012, e a recusa por parte do preso implica em falta grave. A lei determina que é obrigatória a identificação do perfil genético de condenados por crimes graves e hediondos, ou em casos que sejam determinados pelo juiz.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública tem feito investimentos no trabalho do banco de perfis, numa ação conjunta entre a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a Polícia Federal e as secretarias de segurança pública estaduais para o compartilhamento de perfis genéticos obtidos em laboratórios de genética forense.

Todas as amostras ficam sob custódia da perícia técnica da Polícia Civil, até o envio ao Instituto de Criminalística, em Belo Horizonte, o responsável pela análise, bem como pelo lançamento dos perfis genéticos no BNPG.

Perícia

O médico-legista, Waterson Brandão, da Polícia Civil de Minas Gerais, explica que após a coleta da saliva são necessários 30 dias, aproximadamente, para serem enviados os perfis genéticos para o BNPG. “Temos obtido bons frutos com este trabalho minucioso. Já foi possível identificar a autoria de presos condenados em outros crimes, que ainda estavam sem a identificação do autor”, detalha o médico-legista. Junto com ele, estavam na coleta a investigadora Maira Dias e o investigador Flávio Franco.

Unidades prisionais nas quais foram coletados materiais genéticos em 2021:

Penitenciária de Belo Horizonte I

Penitenciária de Contagem I - Nelson Hungria

Penitenciária de Ribeirão das Neves I - José Maria Alkimin

Penitenciária de São Joaquim de Bicas I - Professor Jason Soares de Albergaria

Presídio de Ribeirão das Neves I

Presídio de São Joaquim de Bicas I

Presídio de São Joaquim de Bicas II

Presídio de Ribeirão das Neves II - Inspetor José Martinho Drumond

Complexo Público Privado de Ribeirão das Neves I

Complexo Público Privado de Ribeirão das Neves II

Complexo Público Privado de Ribeirão das Neves III

Penitenciária de Juiz de Fora I - José Edson Cavalieri

Penitenciária de Juiz de Fora II

Presídio de Frutal I

Penitenciária de Muriaé I

Penitenciária de Uberaba I

Presídio de Boa Esperança I

Presídio de Varginha I

Presídio de Araxá I

Penitenciária de Três Corações I

Penitenciária de Formiga I

Penitenciária de Pará de Minas I - Doutor Pio Soares Canedo

Presídio de Divinópolis I

Penitenciária de Governador Valadares I - Francisco Floriano de Paula

Penitenciária de Uberlândia I - Professor João Pimenta da Veiga

Presídio de Araguari I

Penitenciária de Carmo do Parnaíba I

Penitenciária de Patrocínio I

Penitenciária de Segurança Máxima de Francisco Sá I

Presídio de Janaúba I

Presídio de Montes Claros I

Presídio de Montes Claros II

Penitenciária de Ipaba I - Dênio Moreira de Carvalho

Presídio de Conselheiro Lafaiete I

Presídio de Caratinga I

Presídio de Coronel Fabriciano I

Penitenciária de Ponte Nova I

Presídio de Barbacena I

Presídio de São João Del Rei I

Penitenciária de Teófilo Otoni I

Presídio de Curvelo I

Penitenciária de Unaí I - Agostinho de Oliveira Júnior

Presídio de Itajubá I

Presídio de Pouso Alegre I

Presídio de São Lourenço I

Presídio de Guaranésia I

Presídio de Alfenas

Presídio de São Sebastião do Paraíso I

Presídio de Sete Lagoas I - Promotor José Costa

                           

                                       

Vídeo_ Coronel Wanderlúcio Ferraz dos Santos é o mais novo Cidadão Montes-clarense

Crédito Diana Maia

Diana Maia/Blog Jornalismo Imparcial

Montes Claros/MG_  Na noite desta quarta-feira (8/12), foi outorgado o Titulo de Cidadão Honorário de Montes Claros, ao coronel da Polícia Militar Wanderlúcio Ferraz dos Santos, pelos relevantes serviços prestados no município e nas 77 cidades do Norte de Minas.O proponente do Título, foi o vereador José Marcos Martins de Freitas.

Durante a homenagem, foi regido pela Banda Militar o Hino do Galo, time do coração do homenageado.


Natural de Diamantina, o coronel Wanderlúcio Ferraz decidiu seguir a carreira do pai, ingressando na polícia em 1992. No momento da cerimônia, o coronel recebeu homenagem do filho da Davi, que durante seu discurso, chamou o pai de “herói”. O prefeito de Montes Claros, Humberto Guimarães Souto, participou da cerimônia de forma remota, e elogiou o trabalho do comandante, e da tropa, respeitando os Direitos Humanos,elevando o trabalho da Polícia Militar no Norte de Minas.

O  evento contou com a participação de representantes das policias Civil, Federal, Bombeiros e autoridade políticas.




Vídeo_ Delegado Alberto Tenório e equipe da DEA de Montes Claros recebem Moção de Congratulação da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, reconheceu o trabalho do Delegado Alberto Tenório, Titular da Delegacia Especializada Antidrogas, na Operação de repressão ao tráfico em ocorrência em conjunta da PCMG e a Polícia Nacional do Paraguai.

Crédito Sarah Matias/Blog Jornalismo Imparcial

Diana Maia/Blog Jornalismo Imparcial

Montes Claros/MG_  O delegado Alberto Tenório Titular da Delegacia Especializada Antidrogas e Investigações Especiais, juntamente com sua equipe, receberam Moções de Congratulações da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, pelos relevantes serviços prestados à  população Norte mineira, no combate a repressão ao tráfico transnacional em mega operação que aconteceu no dia 23/10/ em Pedro Juan Caballero. A Congratulação foi proposta pelo deputado Heli Grilo.

A Operação contou com uma força tarefa dos Agentes do Departamento de  Investigação do  Grupos Táticos, Antinarcóticos, do Paraguai. .https://jornalismo-imparcial.blogspot.com/2021/10/cinco-brasileiros-integrantes-do-pcc.html

Em entrevista ao Blog Jornalismo Imparcial, o delegado Alberto Tenório, falou sobre esta operação e do trabalho em conjunto de sua equipe.

Os títulos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Montes Claros no Norte de Minas, tendo em vista o período de Pandemia por conta do Coronavírus. 



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