quarta-feira, 29 de novembro de 2023

RJ: Síndica acusada de mandar matar vizinho vai a júri popular sendo condenada a 18 anos de prisão em regime fechado


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Rio de Janeiro/RJ_ Priscilla de Oliveira que está presa desde março de 2021, junto com seu comparsa  e amante Leonardo Lima, foi condenada a 18 anos de prisão em regime fechado nesta quarta-feira (29).A síndica,  foi acusada de ser a mentora de matar o vizinho Carlos Eduardo Monttechiari, sendo condenada pelo júri popular.

Entenda o caso;

Priscilla de Oliveira e Leonardo Lima, supervisor do condomínio e apontado como amante da mulher, teriam tramado a morte do empresário Carlos Eduardo Monttechiari. Isso teria ocorrido depois que Monttechiari acusou Priscilla de desviar dinheiro do London Green Park. Quatro dias antes da reunião, porém, o empresário foi baleado. Ele estava dentro do carro, na frente do terreno que alugava, na Vila Kosmos, na Zona Norte, quando um homem o abordou e atirou. Atingido no tórax e no abdômen, Carlos chegou a ser hospitalizado, mas morreu no dia seguinte.

Priscilla Oliveira  com seu amante  Leonardo Lima são acusados de matar o empresário Carlos Eduardo Monttechiari
Nas imagens do crime, os investigadores perceberam  ainda, que o carro de onde o assassino desceu tinha um amassado na lataria. Após rastreá-lo, descobriram que o automóvel estava no nome da mulher de Leonardo.

Na data de ontem (28/11), deu o incio do julgamento de Priscilla de Oliveira,  considerada culpada pela juíza Elizabeth Louro.Durante o julgamento, uma moradora disse que o vizinho morto teria descoberto uma série de fraudes em notas fiscais do condomínio chegando a quase R$ 4 milhões.

De acordo com a primeira testemunha do dia, a vítima tinha um arquivo com várias provas contra a síndica. O material seria apresentado na assembleia do condomínio, marcada para o dia 5 de fevereiro de 2021. Carlos Eduardo foi morto quatro dias antes da reunião. O atual síndico do condomínio da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, também confirmou a informação sobre as fraudes nas notas fiscais do condomínio durante a gestão de Priscilla. 

A ex-síndica é apontada pelos investigadores como mandante do crime, que teria sido executado pelo supervisor Leonardo Lima. Ele chegou a confessar ser o autor dos disparos, mas depois disse que teria confessado o crime sob coação. Leonardo foi condenado a 15 anos de prisão.

O advogado Marcello Ramalho, responsável pela defesa de Priscilla no caso, vai recorrer da decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Segundo ele, Priscilla deverá ser submetida a um novo julgamento. 

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