sexta-feira, 28 de junho de 2019

Projeto do vereador Valcir que tem a finalidade de permitir a entrada de cães de estimação em unidades hospitalares para ajudar na recuperação de enfermos, é favorável aos hospitais e veterinários, uma comissão de vereadores será montada para visitar cidades vizinhas aonde o projeto deu certo, e retorne a pauta para plenária.

Imagens ilustrativa

Jornalismo Imparcial
A Câmara de Montes Claros/MG,  realizou na noite dessa quinta-feira (27/6), audiência pública para discutir projeto de lei (n°1/2019) que permitirá a entrada de animais domésticos dentro de hospitais e clínicas médicas do município. O evento foi de iniciativa do Vereador Valcir da Ademoc (PTB). A maioria dos hospitais da cidade foram favoráveis a proposta, desde que haja melhor esclarecimento da proposta.
Vereador Valcir da Ademoc (PTB), autor do projeto

Em contato com o autor do projeto, o parlamentar Valcir, informou a Blog Jornalismo Imparcial, " O projeto ainda não foi votado, sendo o objetivo, entrar o animal de estimação, visitar o enfermo internado, para que haja melhoras no estado do paciente.O projeto tem vários critérios, o animal, só entra com a autorização do médico, depois de passar por uma comissão de infectologia. Sendo a ideia da audiência no primeiro momento, ouvir os veterinários, e os hospitais.
 O HU, Aroldo Tourinho, Dilson Goldinho, concordaram com o projeto, menos o Hospital Santa Casa, que não compareceu. Mas agora, vamos criar uma comissão de trabalho, para melhorar mais o projeto.E a Câmara, vai criar uma comissão de trabalho, para melhorar  mais o projeto.E a Câmara, vai criar uma comissão de vereadores para visitar algumas cidade vizinhas, que já tem esse projeto em andamento, que já está funcionando algum tempo.Então a lei ainda não está valendo, porque não foi votada, estando ainda em discussão," finalizou o parlamentar.
A diretora clínica do hospital Dilson Godinho, Fabiana Ferreira, afirmou que é incomparável os benefícios de pacientes em contato com animais de estimação. Mas que é preciso deixar claro no projeto a necessidade de avaliar o quadro clínico do paciente e também do animal. “Ainda não temos um espaço para essa demanda, porém somos favoráveis a iniciativa. Caso seja aprovado, pedimos um tempo maior para adaptar nossas instalações”, pontuou a diretora.  

Thiago Soares representante do Hospital Universitário Clemente Faria (HU), pontuou que a instituição é referência na região no tratamento de doenças infectocontagiosas, envolvendo pacientes com baixa imunidade. Soares disse que o HU não é contra o projeto e sugeriu que seja permitida a entrada de apenas cães doceis acompanhados de laudo veterinário.

A representante  do Aroldo Tourinho, Zilda Soares contou que o hospital já permitiu a entrada de cão de uma das pacientes, que estava algum tempo internada. Segundo a unidade, foi feita uma comissão com médicos infectocontagiosas que avaliaram as condições da paciente para ver a possibilidade da entrada do animal.

“A recuperação da paciente foi muito rápida com a visita do cachorro. Tivemos muito cuidado para receber o cão, inclusive um espaço aberto para a visitação, sem comprometer a higiene do hospital. Acreditamos que a redação do projeto tenha que ser mais clara, informando o tipo de animal e os critérios para a visita”, ressaltou Zilda Soares, do Aroldo Tourinho.

O único hospital que não concordou com o projeto foi a Santa Casa, que enviou apenas uma nota com a posição da instituição. No documento, o hospital alegou que não possui estrutura e espaço físico adequado, equipe disponível e preparada para a demanda. “Além de colocar em risco todo controle de infecção e contaminação em um ambiente que se encontra superlotado”, encerra a nota.

GOLDEN DA ALEGRIA

Exemplo da eficácia do contato de animais com pessoas é o projeto “Golden da Alegria”, desenvolvido em Montes Claros com, pelo menos, dez cães da raça Golden Retrivier. De acordo a coordenadora do projeto, Sandra Andrade, a ação ainda não chegou aos hospitais, porém, várias ações são desenvolvidas em asilos e abrigos de crianças.

“É impressionante a alegria das pessoas em contato com os cães e eles não são adestrados, apenas domésticos. Esse projeto do vereador vem para somar nas terapias já existentes nos hospitais”, enfatizou a coordenadora.

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