segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Preparação do líder militar para a guerra e a paz

Por General de Divisão R1 Juarez Alves Pereira Junior

A principal missão dos militares é a defesa da Pátria. Para tanto, sua diversificada formação deverá prepará-los para o pior cenário – a condução da guerra –, durante a qual vive-se um regime de exceção, com mudanças significativas quando comparada ao tempo de paz, e há, até mesmo, uma modificação da legislação para a aplicação nesse período de crise extrema.

A vida profissional dos militares, em tempo de paz, tem foco na preparação para a guerra por meio de estudos e realização de exercícios militares. Além disso, esses profissionais conduzem as atividades administrativas da Força; participam de atividades em apoio à população, das chamadas ações subsidiárias e de apoio ao desenvolvimento nacional; garantem a presença do Estado em áreas remotas; exercem a vigilância de nossas fronteiras; e, por vezes, participam de operações de maior intensidade, nas ações de garantia da lei e da ordem ou nas missões de paz. Mas tudo muito distinto da realidade do conflito bélico.

A proposta do presente artigo é apresentar algumas ideias sobre quais seriam as principais condicionantes para preparar esse militar para exercer a liderança em situações e ambientes tão diversos, nos tempos de paz e de guerra.

Destacamos, inicialmente, que as bases da liderança são o conhecimento, a virtude e a visão. O conhecimento refere-se à capacitação e aos conhecimentos adquiridos, necessários para o bom desempenho de uma função em que exercerá a liderança. A virtude retrata os valores internalizados e as atitudes a serem praticadas pelos militares para o efetivo exercício da liderança. A visão diz respeito à capacidade do líder de ver o que ainda está invisível para a maioria, sendo obtida por meio da experiência profissional e de vida, própria ou de outros, da aprendizagem com erros e acertos e, particularmente, da sabedoria extraída do “meditar” sobre essas experiências.

Para formar e desenvolver o líder militar é preciso, portanto, trabalhar na construção dessas bases de sustentação da liderança. É perceptível, no entanto, que o conhecimento, as virtudes e a visão necessários para os tempos de guerra e de paz diferem, em alguns aspectos, quanto ao grau de importância e necessidade, o que impõe desafios para a formação do líder militar, diferentemente do que ocorre em outros campos profissionais.

Faremos, então, uma breve exposição sobre alguns aspectos relacionados a esses três pilares da liderança e suas diferenças para a guerra e para a paz.

CONHECIMENTO
Na preparação do líder militar para a guerra, o primeiro passo fundamental é a capacitação nas técnicas e táticas militares. O conhecimento a ser adquirido está mais diretamente relacionado ao emprego das unidades militares, de pequenas frações até divisões mais elevadas, à maneabilidade e à condução de operações em combate. O emprego do aparato militar é o conhecimento mais relevante a ser adquirido em suas diferentes especialidades na linha combatente, logística e de suporte.

É preciso, também, estudar o inimigo e conhecê-lo. Como afirmou Sun Tzu, “se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas”. Para tanto, é preciso trabalhar o conhecimento no âmbito da “inteligência militar”, em que parte dele se concentra no estudo do inimigo que se vai encontrar na guerra.

Fruto do pragmatismo e da objetividade que regem os combates, o conhecimento geral a ser obtido está mais focado nas ciências exatas e nos cálculos numéricos e estatísticos.

Mesmo quando se trata das ciências humanas, o foco deve ser nos conhecimentos aplicados ao tempo de guerra, como, por exemplo, o Direito Internacional dos Conflitos Armados e o Direito Internacional Humanitário.

O campo da inteligência a ser mais trabalhado na preparação do líder para a guerra diz respeito à inteligência emocional, tanto nos aspectos relacionados à inteligência interpessoal quanto à inteligência intrapessoal. Nesse sentido, o líder deverá ser exercitado nos aspectos relacionados ao autoconhecimento, ou seja, no conhecimento das próprias emoções que, uma vez trabalhadas, irão capacitá-lo a exercer o autocontrole, isto é, a capacidade de liderar a si mesmo antes de liderar  outros. Deverá, ainda, ser capaz de reconhecer a emoção nas pessoas, desenvolvendo empatia, facilitando a capacidade de motivar e influenciar o grupo e fazendo com que os demais compartilhem da sua visão.

No que diz respeito ao líder militar do tempo de paz, os principais conhecimentos a serem adquiridos dizem respeito a outras áreas. O conhecimento a ser aplicado nas atividades diárias estará bastante relacionado a aspectos administrativos e gerenciais, particularmente aqueles sobre a administração pública militar, que normatiza as ações desse servidor público. Os estudos da história militar, por vezes, não se sobrepõem aos interesses do conhecimento da história geral. O pragmatismo e a objetividade não têm o mesmo peso, e, em tempo de paz, as ciências humanas crescem de importância, particularmente nos aspectos relacionados à convivência social e à interação pacífica do grupo.    O próprio estudo do direito, no tempo de guerra focado nas exceções e nos direitos aplicados aos conflitos, volta-se para o direito civil e para a vasta legislação e normas do tempo de paz. A inteligência emocional continua relevante para o exercício da liderança e para a condução de pessoas, porém não com o mesmo foco e importância da capacidade de encorajamento exigida no tempo de guerra, em que o risco de morte é constante e a motivação é fator determinante para se contrapor ao instinto natural de sobrevivência.

Essa diversidade de conhecimentos a serem adquiridos pelo militar, o qual preparado para exercer a liderança em tempo de guerra, possivelmente a exercerá mais em tempo de paz, impõe um desafio para a composição do currículo das Escolas Militares, tanto em sua formação, quanto ao longo de todo o itinerário formativo.

Mas não ficam somente na obtenção do conhecimento as diferenças da preparação do líder para a guerra e para a paz. Vejamos o que se deslumbra para a internalização de valores e de prática de atitudes.

VALORES E ATITUDES
Ser possuidor de valores e ser praticante de algumas atitudes constituem uma base sólida para o exercício da liderança, seja em tempo de guerra, seja em tempo de paz. O que se pretende não é mostrar que se aplicam somente à guerra ou à paz, mas sim que sua importância é mais expressiva em determinado período específico.

Por exemplo, patriotismo é um valor basilar do militar, tanto no período de paz quanto no de guerra. No entanto, na guerra, ele cresce de importância, pois serve de fator de motivação para o enfrentamento das agruras do combate. Portanto, é mais exigido em tempo de guerra do que em tempo de paz. É nesse sentido que são listados alguns valores e atitudes mais exigidos em um período do que em outro.

Além de patriotismo, em tempo de guerra são ainda necessários:
    - coragem física: a capacidade de superar o medo físico no cumprimento de uma tarefa;
    - honra: o princípio de quem tem uma conduta virtuosa e que faz com que o militar conserve a própria estima e se faça merecedor da estima dos outros;
    - ser exemplo: ser a referência a ser seguida pelos demais;
    - entusiasmo: ter fé na missão e estar motivado e verdadeiramente apaixonado pelo que faz, mesmo diante de muitas adversidades;
    - autoconfiança: a confiança em si próprio, que constitui um atributo fundamental para inspirar a confiança nos outros;
    - lealdade: traduzida na verdade ao falar, na sinceridade ao agir e na atuação de acordo com os preceitos que regem a honra. É uma postura fundamental para a coesão do grupo;
    - capacidade de motivar: ter a capacidade de influenciar as pessoas de modo a extrair o melhor de cada um e de motivá-las para, se preciso for, sacrificar a própria vida;
    - confiança: encarar as situações pelo lado positivo, esperando o desfecho favorável, apesar das dificuldades;
    - senso de justiça: julgar com neutralidade em período de crise e estresse, punindo e recompensando na medida justa;
    - disciplina: agir corretamente quando ninguém está observando;
    - determinação: persistir mesmo diante de situações críticas e difíceis, mantendo o firme propósito de não desistir sem lutar;
    - espírito de corpo: a ser desenvolvido como fundamento para o fortalecimento e a motivação do grupo para o combate, particularmente em situações adversas; e
    - capacidade de comunicação não verbal: quando os gestos e as posturas são mais eloquentes do que as palavras.

Conforme já mencionado, os valores e as atitudes relacionados são importantes para o tempo de paz, mas se tornam imprescindíveis para o exercício da liderança em tempo de guerra. Outros, embora importantes para a guerra, são indispensáveis para o tempo de paz:
    - honestidade: valor de quem apresenta probidade, isto é, de quem não se deixa corromper;
    - integridade: ligada à inteireza, ou seja, ser pleno, apresentando um caráter sem falhas;
    - senso de justiça de paz: julgar de acordo com as normas e leis “civis”, punindo e recompensando de acordo com as diretrizes aplicadas em um período sem o estresse do combate;
    - coragem moral: agir de acordo com os princípios morais, respeitando ideais e valores e colocando-os acima dos seus interesses pessoais;
    - coerência: apresentar sintonia e conexão entre as palavras e ações;
    - capacidade de comunicação verbal: se expressar de forma eficiente para transmitir ideias e, dessa forma, auxiliar no desempenho e na coesão do grupo; e
    - flexibilidade: adaptar-se às mudanças externas de um mundo cada vez mais dinâmico e com maior inovação tecnológica.

É notório que é grande o rol de valores e atitudes comportamentais a ser trabalhado para a formação do líder militar para o tempo de guerra e de paz. Ele não se esgota na listagem acima, que procurou destacar somente os imprescindíveis para cada situação e não agregou os desejáveis.

A terceira pilastra de sustentação da liderança é a visão. Como poderá ser trabalhada nos ambientes de guerra e paz?

VISÃO
A visão é reconhecida como um dos pilares de sustentação da liderança tendo em vista que, com o líder, simplisticamente falando, o grupo iria mais longe do que se estivesse sozinho. E, para tanto, o líder desenvolve a capacidade de ver aquilo que ainda está invisível para a maioria.

E essa é uma qualidade a ser trabalhada e desenvolvida. Ela vem do somatório do conhecimento e do aprendizado das experiências vividas por si próprio e pelos outros. Com base nisso, para desenvolver sua visão, o líder deverá refletir sobre esse somatório e tirar os ensinamentos que servirão de base para projetar o futuro, criando a sua visão para tomar a decisão mais acertada.

E quais os aspectos que diferenciam a visão obtida pelo líder para os tempos de guerra e os de paz? Na guerra, a finalidade precípua é vencer as batalhas e, por fim, vencer a guerra, o que passa, em boa parte das vezes, pela destruição ou incapacitação de ações por parte do inimigo.

Um dos grandes focos de visão do líder, para tanto, estará na obtenção da surpresa, o que proporcionará grande vantagem em relação ao inimigo. Ele buscará tirar aprendizado do estudo de outros conflitos, das guerras e da história militar, que serão de grande valia para adquirir a sabedoria necessária para desenvolver a visão.

De grande importância, também, é a sua experiência em combate. No entanto, o mundo vive, apesar de não parecer, um dos maiores, senão o maior, período de paz da sua história. Mesmo para os militares profissionais, não é rotina a sua participação em ações reais de combate, condição que ainda é mais expressiva no contexto sul-americano, em que o último grande evento de guerra campal ocorreu no século XIX, por ocasião da chamada Guerra do Paraguai. Para compensar esse fato, a participação do líder em manobras e exercícios militares, em exercícios de simulação e em outros eventos que imitem o combate real é de extrema importância.

Já no tempo de paz, a visão estará direcionada para a busca de melhores resultados, procurando ser eficiente e eficaz no desempenho de ações administrativas, sujeitas a amarras regulamentares do serviço público, por vezes muito limitadoras.

A experiência necessária para o desenvolvimento da visão não virá das ações de combate, mas da vida administrativa e burocrática. A evolução das técnicas administrativas e dos meios de suporte é mais rápida, e o líder deverá estar atento para não tentar reproduzir uma verdade passada como visão plena de futuro.    

Por fim, considera-se que, embora a preparação principal dos militares esteja relacionada à atuação em combate, é possível, e até provável, que viverá a maior parte do tempo em período de paz. A preparação do líder é condição basilar da formação militar e deve ser praticada em todas as escolas militares. No entanto, como se procurou evidenciar neste artigo, ela deverá ser desenvolvida para atender ao líder do tempo de guerra e de paz, o que impõe uma amplitude de atividades a serem desenvolvidas para que se trabalhe nos militares os pilares de sustentação da liderança: conhecimento, virtude e visão.

Esse é o grande desafio das escolas militares durante todo o processo formativo, desde as escolas iniciais de formação até a de altos estudos. Elas deverão estar preparadas para formar e lapidar a formação do líder capaz de atuar em tempo de guerra e de paz, bem como em diferentes níveis de liderança, conforme ocorra a ascensão profissional do militar ao longo da carreira.

SOBRE O AUTOR

Formado na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) em 1982. Cursou a Escola de Comando e Estado-Maior (ECEME) em 1997/98. No exterior realizou o Curso Básico de Inteligência, no Forte Huachuca; o Curso da Escola de Guerra, no War College; e o Curso de Política e Estratégia da National Defense University; todos nos Estados Unidos da América. Foi instrutor da AMAN e da ECEME e comandou a Escola de Administração do Exército e Colégio Militar de Salvador. Exerceu a função de Adjunto do Adido do Exército junto à Embaixada do Brasil em Washington. Comandou a 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, em Bagé-RS e a 6ª Região Militar, em Salvador-BA. Foi Subchefe do Estado-Maior do Exército para Assuntos Internacionais. Exerceu, como última função no serviço ativo, a Vice Chefia do Departamento de Educação e Cultura do Exército. Atualmente é o Coordenador Executivo do Grupo de Trabalho que irá realizar o planejamento para a implantação de uma Nova Escola de Formação e Graduação de Sargentos de Carreira do Exército Brasileiro.

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PCDF participa do evento Portões Abertos na Base Aérea Militar do Aeroporto Internacional da capital federal

 

Blog Jornalismo Imparcial

A Polícia Civil do Distrito Federal,  participou do evento Portões Abertos, realizado ao longo do dia desse domingo (18), na Base Aérea de Brasília, instalada na área militar do Aeroporto Internacional da capital federal.



A ação faz parte de uma série de atividades cívico-sociais que visam integrar os vários setores da sociedade brasiliense e divulgar a atividade de empresas e instituições ligadas ao segmento aeroespacial brasileiro. No espaço destinado à PCDF, os visitantes conheceram de perto o veículo Porsche, que foi apreendido em operação da Instituição, e, agora, caracterizado como viatura, é usado em eventos educacionais. A comunidade também visitou o Museu de Drogas e conheceu o emblemático fusquinha da PCDF.



A Divisão de Operações Aéreas,  DOA/PCDF marcou presença no local com as aeronaves H-50 Esquilo e C-90 King Air. A

*Com informação da Assessoria de Comunicação da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Distrito Federal

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Portarias Remotas: um salto para uma cultura de segurança nos condomínios brasileiros

 

Por Selma Migliori, presidente da ABESE - Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança

Uma quadrilha especializada em invadir condomínios de luxo que já fez vítimas em mais de oito estados brasileiro foi presa no último mês pela Polícia Civil do Espírito Santo. Os suspeitos de integrar o grupo eram homens e mulheres com idade que varia entre 18 e 41 anos, mas o que assombra era a tática que utilizavam. Esqueça os filmes de grandes assaltos de Hollywood com invasões cinematográficas, a quadrilha utilizava a porta da frente. Bem-vestidos e eloquentes, se passavam por moradores, afinal, quem desconfiaria?

Este é exatamente o problema: muitas portarias ainda operam a partir da lógica da confiança/desconfiança e não da segurança. O resultado desta escolha pode ser observado em números: apenas em São Paulo, onde a quadrilha também agia, nos primeiros 100 dias de 2022, 11 pessoas foram presas em flagrante e outras 16 de forma preventiva por assaltos e invasões a condomínios, de acordo com dados da Polícia Civil, fora as investidas bem-sucedidas.

Não há antídoto contra a violência, mas definitivamente há melhores remédios, e a tecnologia é exemplo. Quando as empresas de segurança eletrônica especializadas em Portaria Remota afirmam que os condomínios que investem na solução passam a validar mais de 80% de todos os processos de entrada e saída de visitantes, prestadores de serviço e moradores, eletronicamente, é sobre este tipo de vulnerabilidade que está sendo minimizada.

Na prática, as Portarias Remotas simbolizam a evolução do mercado condominial para uma cultura de segurança que começa, literalmente, na porta de casa.  Quem nunca segurou a porta para um aparente vizinho entrar no condomínio? Este gesto simples e extremamente arriscado não possui mais espaço em um condomínio equipado com reconhecimento facial, dispositivos de acesso ou biometria, se for o caso.

Se por um lado, quadrilhas especializadas utilizam da boa aparência para realizar o crime, por outro, a segurança eletrônica está pronta para responder essa ameaça de maneira inteligente, sem armas e sem riscos.

Ainda cabe colocar que o investimento em Portarias Remotas representa uma economia de até 60% nas contas do condomínio, mas frente à ação de destes criminosos em todo Brasil, o custo-benefício deste tipo de solução é tema para um próximo debate, o que está em jogo aqui é algo muito mais valioso e importante, uma missão que o mercado de segurança eletrônica leva no DNA: cuidar de você e assegurar que todos possam dormir em paz dentro da própria casa.

   
Diana Maia/MTB 3064
Assessoria em Comunicação & Planejamento Estratégico
jornalismoimparcial@gmail.com


Corpo de Bombeiros resgata gato preso no interior de um fogão a gás em Montes Claros

Fotos CBMMG

Blog Jornalismo Imparcial

Montes Claros/MG_ Na tarde desta  Segunda feira (19/9)  por volta das 13h30min, o Corpo de Bombeiros de Montes Claros foi acionado no bairro Vila Guilhermina para atendimento de ocorrência de salvamento de animal em risco. 

De acordo com a corporação, os militares ao chegarem no local,  se depararam com um gato adulto “preso” no interior de um fogão a gás, na parte de baixo do espelho do fogão, onde geralmente fica uma parte de fibra de vidro que retém o calor proveniente do forno quando é ligado. O solicitante, informou aos militares, que ouviu os miados do animal e começou a procurar de onde vinha, e quando finalmente localizou o gato, tentou fazer com que o mesmo saísse do local, porém sem êxito.

Os Bombeiros tiveram que desmontar a parte traseira do fogão para ter acesso ao animal, que foi retirado sem ferimentos.



Polícia Civil prende homem suspeito de homicídio em Sete Lagoas.

 vítima de 20 anos, teria sido executado no dia 03/08/2022

Divulgação PCMG

A Polícia Civil de Sete Lagoas em uma operação policial na data de hoje, (19/09),  prendeu E.M.P.B, de (19) anos, pela autoria do homicídio de Luís Fernando Silva de Oliveira (20) anos, executado no dia 03/08/2022, no bairro Itapuã em Sete Lagoas.

Segundo as investigações após cometer o crime, o suspeito fugiu  e se escondeu  na zona rural de Inhaúma/MG.

Os policiais iniciaram as investigações e conseguiram localizar o homem que acabou preso nesta manhã. O suspeito foi encaminhado ao Sistema Prisional e está a disposição da Justiça.

* Com informação da 19ª Delegacia de Polícia Civil

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Centro Judiciário de Solução de Conflitos da Comarca de Passos, no Sul de Minas e Cidadania, promove o I Simpósio de Conciliação e Mediação

O evento acontece no dia 28/9, será gratuito e presencial, não havendo a necessidade de prévia inscrição.

Blog Jornalismo Imparcial
O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Passos, no Sul de Minas, promove, em parceria com a Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil na cidade (OAB/Passsos), em 28/9, o I Simpósio de Conciliação e Mediação. O evento debaterá "Conciliação e mediação na advocacia moderna", tema que encontra significativa relevância no âmbito das políticas autocompositivas do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG). 

Segundo a juíza coordenadora do Cejusc de Passos, Aline Martins Stoianov, “a chave para a transformação se dá por meio do mindset, isto é, da quebra de antigos paradigmas e mudança de mentalidade". Nesse sentido, conforme a magistrada, o evento em Passos "tem como objetivo  divulgar e promover, entre os atuais e futuros operadores do direito, a cultura de paz bem como a crescente e relevante implementação do uso de métodos e instrumentos auto compositivos no cenário jurídico mundial. Além disso, pretendemos aproximar o Poder Judiciário do cidadão por meio de atendimento e orientação jurídica em eventos de ações sociais públicos”. 

Participarão do simpósio, além da juíza coordenadora do Cejusc, as advogadas Christiana Beyrodt e Paula Freitas.

Local e Inscrições 

O simpósio será realizado em 28/9, às 19h, na sede da OAB/Passos. O evento será gratuito e presencial, não havendo a necessidade de prévia inscrição.


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Ministério da Defesa em parceria com a Universidade Federal do Amazonas abrem inscrições para a XXV Edição do Curso de Extensão em Defesa Nacional

 Evento vai ocorrer entre 17 e 21 de outubro no auditório Eulálio Chaves em Manaus/Amazonas

Os interessados em participar da vigésima quinta edição do Curso de Extensão em Defesa Nacional (CEDN) têm até o dia 17 de outubro para realizar as inscrições AQUI. O curso é uma  parceria entre o Ministério da Defesa e a  Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e tem como público de interesse graduandos, pós-graduandos, professores, militares e demais interessados na temática de Defesa Nacional.  

O objetivo é estimular a reflexão e os estudos de temas que envolvem a Defesa Nacional, é realizado na Amazônia, em reconhecimento à importância estratégica da região para o Brasil. O evento ocorre entre os dias 17 a 21 de outubro, das 18h às 21h30, no auditório Eulálio Chaves, o XXV Curso de Extensão em Defesa Nacional (CEDN). 

Programação 

A programação inclui palestras e mesas redondas, nas quais especialistas indicados pelo Ministério da Defesa, civis e militares, realizam exposições acerca dos projetos estratégicos das Forças Armadas, da atuação brasileira em Missões de Paz e sobre a Base Industrial de Defesa Brasileira. 

 Diana Maia com informação Universidade Federal do Amazonas

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